VOCÊ PREFERE A SUBMISSÃO NA MARRA OU NO AMOR?

 
1Ts 5.12-14: Nossos líderes merecem nosso apreço, amor e consideração, mas a obediência total deve ser reservada a Jesus. 

"Agora, vos rogamos, irmãos, que acateis com apreço os que trabalham entre vós e os que vos presidem no Senhor e vos admoestam". 

Infelizmente alguns de nossos líderes ainda não se libertaram da sua carga cultural, religiosa e temperamental. Como consequência exigem o mesmo tipo de obediência devida somente ao Senhor.

A submissão deve acontecer nos moldes da Palavra escrita, interpretada corretamente e pregada de forma inteligível.

Toda instrução proveniente da Palavra deve ser recebida de bom grado, mas "ninguém se faça árbitro contra vós outros, pretextando humildade e culto dos anjos, baseando-se em visões, enfatuado, sem motivo algum, na sua mente carnal" (Cl 2.8).

Moldar pessoas tendo "eu mesmo" como modelo provoca o suicídio da pessoalidade. Destrua a você mesmo para que o "meu eu" cresça e apareça na sua voz, nos seus gestos e na sua aparência.

O verdadeiro discipulado nos resgata da simulação e da religiosidade de imitação, enquanto indica o caminho da descoberta de mim mesmo e do projeto para o qual fui criado. A forma mais violenta e destruidora de possessão, é por uma outra pessoa.

Como pastor, preciso saber exatamente onde está a linha divisória entre o princípio bíblico e as minhas tendências e reações. Sem este discernimento imponho aos outros, costumes religiosos denominacionais sem base bíblica. Como bônus extra, ainda corro o risco de moldar minhas ovelhas com uma fôrma errada, confundindo mandamentos com costumes, coando os mosquitos, mas liberando os camelos.

Tomo, como exemplo de princípio e a sua aplicação, o amor, que um princípio contextualizável à pessoa, ao local e à circunstância. Devo manifestar o amor com beijos ou aperto de mão? Abraço, ou afastamento? Palavra ou o silêncio? Comida ou bebida? As formas de expressão tudo isto é pessoal, desde que sejam convincentes.

Lançando mão dos escritos paulinos podemos colocar nossa convivência sob a luz dos seguintes crivos:

1. Façam e admitam tudo que seja bíbicamente justificável.
2. Tenham como motivação básica o viver "em paz uns com os outros".

Isto significa que todos os itens a seguir devem se enquadrar nestes critérios. "Exortamo-vos, também, irmãos, a que admoesteis os insubmissos, consoleis os desanimados, ampareis os fracos e sejais longânimos para com todos" (1Ts 5.14). 

O bolo fica mais gostoso se confeitado com uma cremosa longanimidade e se a vela tiver um longo pavio.


Por: Ubirajara Crespo
 
 

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