BRASIL TÚ ÉS ESCOLHIDO PARTE 8/42

 

Hoje quero responder a indagação de tantos: Como pode haver uma aliança ou ligação entre a igreja  católica e igreja evangélica? Os desvios? Os castigos?
Eu creio que precisamos avaliar dois conceitos: a misericórdia de Deus e a graça de Deus. Seria muito interessante você, querido leitor, estudar Salmo 136 antes de continuar. 26 vezes Deus nos relembra: a sua misericórdia dura para sempre.
A misericórdia de Deus entra em ação na vida do réu culpado quando Ele não executa a sentença merecida.

O SENHOR é misericordioso e compassivo; longânimo e assaz benigno. Não repreende perpetuamente, nem conserva para sempre a sua ira. Não nos trata segundo os nossos pecados, nem nos retribui consoante as nossas iniquidades. Pois quanto o céu se alteia acima da terra, assim é grande a sua misericórdia para com os que o temem. Quanto dista o Oriente do Ocidente, assim afasta de nós as nossas transgressões. Como um pai se compadece de seus filhos, assim o SENHOR se compadece dos que o temem. Pois ele conhece a nossa estrutura e sabe que somos pó. Salmo 136.8-13
A graça do Senhor é a expressão da Sua bondade na vida do réu culpado quando o mesmo não merece.

Quero observar a misericórdia e a graça na história da redenção da humanidade para declarar o que creio estar acontecendo nos dias de hoje.

Quando Deus expulsou Adão e Eva do jardim do Eden, Ele agia com graça e misericórdia, deixando tempo para arrependimento e redenção.

Na vida do Noé, Deus tratou toda a família dele com grande graça e misericórdia.
Na torre de Babel, a confusão de línguas era uma manifestação de graça e misericórdia enorme.

Deus agiu com graça e misericórdia na vida dos patriarcas Abraão, Isaque e Jacó. A bíblia nos relata o estado da vida deles, fraquezas e pecados, de uma forma muito clara.
Podemos observar essa graça e misericórdia na vida de todos na nação de Israel. A misericórdia do Senhor dura para sempre!

Na vida de Moisés, Arão, Pedro, Maria, Paulo, Timóteo, a misericórdia do Senhor dura para sempre!
A misericórdia do Senhor faz parte da aliança que Ele faz conosco. Ele não nos trata conforme merecemos e, sim, conforme Seu amor, que inclui disciplina. A disciplina é a expressão do amor do Pai que visa não deixar o filho se perder do caminho.
Todas as alianças bíblicas se baseiam nesse amor; Deus-Pai tomando iniciativa de amar a Sua criatura; amor incomparável, amor irresistível, amor incompreensível, amor inquestionável.
Israel fez sua aliança com Deus. Em poucos momentos da sua história foi fiel. Mas em todos, Deus foi fiel; “de geração em geração.”

Essa observação é essencial para entender a misericórdia com que Deus nos trata como igreja/família de Deus na Nova Aliança mediada por Jesus com pessoas, famílias, cidades e nações. Hoje, outras coletividades entram nessa aliança: escolas, clubes, firmas, etc.
Acho essencial observar que Deus é sempre Fiel no cumprimento da Sua parte da aliança. O ser humano tem sido falho no cumprimento da Sua parte.

É muito interessante observar que a redenção da humanidade começa com um homem, Abraão. Deus faz dele uma família. Deus faz dele uma nação. A aliança que Deus fez com esse homem perdurou de geração em geração. Os benefícios e também os castigos.
Conforme Isaías 59:2 o “pecado fez separação” entre nós e o nosso Deus. O pecado separa; homens de Deus e homens de homens.

Quando Jesus veio, encontrou Israel num estado de separação. Fariseus, saduceus, escribas, zelotes, rivalidade tribal, preconceito regional. Israel estava “dividida”.
A continuidade da redenção da humanidade se dá pelo “segundo Adão”, Jesus. Atos nos relata que a “família” começou bem. Repartiram tudo para que não houvesse falta na vida de ninguém. O amor da igreja primitiva impressiona a todos os leitores de Atos.
Com o passar dos anos e séculos, a igreja passou por divisões. Ocidental, oriental, católica, ortodoxa, protestante, pentecostal. Pecado, falta de amor, desentendimentos… e a igreja se torna semelhante a Israel.
Melhor chegar logo ao ponto! Só tem uma igreja. Uma família de Deus. E Deus-Pai é Fiel a aliança feita com essa família desde Jesus. Aliança-se com Jesus pela fé. Essa aliança visa chegar às nações afim de cumprir a visão de Jeremias 2:3, “uma colheita de nações.”
Essa aliança, como a anterior, inclui a disciplina do Pai. Hebreus 12 nos informa bem sobre isso. Ou seja, todos que vivem nessa aliança são passivos à disciplina do Pai, visto que Ele deseja que sejamos “participantes da Sua santidade.”

E desde os tempos em que João escreveu o livro de Apocalipse, Jesus está chamando à igreja ao arrependimento (Apocalipse 2&3). Ao longo da vida desse organismo vivo chamado “igreja”, Deus tem levantado vozes proféticas para corrigir, nortear, confortar, consolar, repreender, e exortar a família de Deus. E a aliança vigora na igreja: católica, ortodoxa, evangélica, pentecostal, tradicional, neo-pentecostal, institucional, não-convencional, membrado, não-membrado. E a aliança vigora nas coletividades onde os membros da família a lograram por aldéias, vilas, cidades, estados, nações, reinos e impérios. Não devemos nos estranhar, Jesus vai reinar sobre a terra!
Qual é a “ligação” entre a igreja católica e evangélica? Tradicional e pentecostal? Estamos todos sendo transformados à imagem de Jesus até que cheguemos “à unidade da fé…à medida da estatura da plenitude de Cristo” afim de sermos a “noiva” que Ele “apresenta a Si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito.”
Sem a compreensão da misericórdia de Deus, não podemos entender o momento que vivemos como família. A parte que hoje aponta os erros de um, se torna a que se aponta os erros amanhã. Creio ser justo afirmar que temos erros e pecados hoje como igreja. Creio justo afirmar que não vivemos “à unidade da fé…à medida da estatura da plenitude de Cristo”. Em nenhum contexto de “igreja”.

Nossa compreensão da misericórdia de Deus devia nos levar a reconsiderar nossos preconceitos, “legalismos”, e convicções afim de desenvolvermos uma compreensão maior da “família” de Deus. Creio que assim podemos desenvolver um diálogo que nos conduzirá a uma unidade verdadeira da fé.

Com isso, simplesmente observo que a aliança do Senhor Jesus vigora sobre a nação. Essa aliança foi introduzida pela igreja que na época era “católica”, distinta da “ortodoxa.”
Hoje, certos setores da igreja protestante reinvindicam uma “superioridade” em relação a igreja católica, porque se encontra nela os mesmos pecados, os mesmos escândalos e os mesmos desvios! As teses de Lutero testemunham contra gerações posteriores que voltaram ao lamaçal!



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Mike Shea 
CASA DE DAVI

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