ORAÇÃO E JEJUM COM OBJETIVOS ESPÉCIFICOS

ORAR PELA PÁTRIA É OBRIGAÇÃO DE TODOS NÓS 
 
1Tm. 2.1-3 - As orações e ações de graças adquirem uma perspectiva universal. A igreja necessitava de um ambiente que permitisse a ela a levar uma vida tranquila e pacifica, que só poderia ser conseguida com um bom governo e a devida participação de todos na vida civil.

É dever o cristão jejuar. O próprio Senhor Jesus jejuava – em Mateus 4:2 lemos que Ele passou em jejum um período de quarenta dias. O mesmo Senhor incluiu o jejum em suas recomendações no Sermão da Montanha (Mateus 6:16-18) e garantiu que o jejum praticado com a correta motivação trará resultados: “e teu Pai, que vêm em secreto, te recompensará” (Mateus 6:18).

Sobre o jejum, em Lucas 5:35, Jesus afirmou que após a sua partida os seus discípulos teriam a necessidade de jejuar. O mesmo texto mostra que os discípulos de João Batista faziam freqüentes jejuns. Também o jejum foi citado por Jesus na explicação que deu aos discípulos que não conseguiram lidar com o menino que era atormentado por um espírito demoníaco: “esta casta não pode sair senão por meio de oração e jejum” (Marcos 9:29).

O livro de Atos dos Apóstolos relata a prática do jejum pela liderança da Igreja em Antioquia: “E servindo eles ao Senhor, e jejuando, disse o Espírito Santo: Separai-me agora a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado. Então, jejuando e orando, e impondo sobre eles as mãos, os despediram.” (Atos 13:2 e 3).

No mesmo livro de Atos, no relato acerca da primeira viagem missionária de Paulo e Barnabé, lemos que antes de escolherem os presbíteros para as Igrejas, os apóstolos promoviam jejuns e orações (Atos 14:23). Além destes apóstolos, a Bíblia nos apresenta uma galeria de homens e mulheres de Deus que praticaram jejuns e orações: Moisés (Êxodo 34:28; Deuteronômio 9:9, 18), Davi (2 Samuel 12:16), Esdras (Esdras 8:21-23), Neemias (Neemias 1:4), Ester (Ester 4:16), Daniel (Daniel 9:3), Ana (Lucas 2:37), dentre outros.
I. O JEJUM NO VELHO TESTAMENTO

Encontramos vários tipos de jejuns no V.T.:

A. Jejum involuntário: São os ocasionados por circunstâncias especiais:

1. Moisés, quando esteve 40 dias no Monte Sinai: Ex. 34.28; Deut. 9.9.
2. Elias, quando caminhava para Horebe: 1 Reis 19.8.

3. Jesus, no deserto da tentação: Mat. 4.2; Marc. 1.13; Luc. 4.2.

4. Paulo: 2 Cor. 6.5.

B. Jejum voluntário, por motivos religiosos:

1. No Pentateuco (os primeiros cinco livros da Bíblia), não aparece a palavra "jejum", senão indiretamente nos textos de Lev.16.29 e Num. 29.7: "afligireis as vossas almas".

2. A palavra aparece pela primeira vez em 2 Samuel 12.16-22, quando Davi recusa alimento, buscando a cura do filho. O problema foi gerado pelo pecado de Davi.

3. Nos últimos escritos do Velho Testamento é que vamos encontrar o assunto com mais freqüência: Esd.8.21; Neem. 9.1; Ester 4.3; Salmo 35.13; 69.10;109.24; Dan. 6.18; 9.3.

C. Jejum por motivos especiais:

1. Durante calamidades públicas: Jer. 36.9 (36.1-32)

2. Para humilhar a alma: Salmo 35.13; 69.10

3. Para humilhação: Esd. 8.21

4. Para tristeza: 1 Sam. 31.13

5. Para atrair a misericórdia Divina: Is. 58.3,4.

6. Para manifestar a Deus o peso de culpas por pecados cometidos pelo povo: 1 Sam. 7.6; 1 Reis 21.9,12.

7. Programações nacionais de jejuns: Zac. 8.19 e sgts., 2 Reis 25.1; Jer. 52.6,7; 2 Reis 25.8,9,25.

II. O JEJUM NO NOVO TESTAMENTO

A. Menciona que Ana servia a Deus com jejuns e orações: Luc. 2.37.

B. Os fariseus jejuavam duas vezes por semana: Luc. 18.12.

C. Os discípulos de Jesus não jejuavam enquanto estavam com Ele: at. 9.14,15; Marc. 2.18,19; Luc. 5.33-35.

D. Jesus menciona a necessidade do jejum para expelir demônios: Mat. 17.21,22.

E. Depois da ressurreição de Cristo, aparecem as seguintes menções de Jejum: Atos 13.3; 14.23; 27.9; 2 Cor. 6.5; 11.27.

III. APLICAÇÃO DA DOUTRINA DO VELHO TESTAMENTO AO NOVO

A. As finalidades e motivos do jejum do Velho Testamento não servem para o crente do Novo Testamento, uma vez que isso seria "obra da carne". Todo sacrifício já foi feito por Cristo.

B. Não é pela "aflição da alma" que nos aproximamos de Deus, mas pelo "novo e vivo caminho que ele nos consagrou pelo véu" (Heb.10.19-10).

C. Não é pela autopunição, porque Cristo já levou os nossos pecados.

D. A experiência de Paulo mencionada em 2 Cor. 6.5, não é clara. Parece mais um jejum por falta de alimento.

E. Todas as vezes que aparece o assunto no Novo Testamento, está ligado à oração - oração e jejum - oportunidade para orar sem se preocupar com alimentação. Portanto, o jejum simples, sem oração, não tem valor.

F. Todos os casos do Novo Testamento estão ligados a uma situação especial e não representam uma prática normal da vida cristã. E esses casos especiais, são:

1. Para expulsar demônios (Mat. 17.21,22);

2. Para enviar missionários (Atos 13.2-3).

Nota: É curioso que, na eleição de diáconos, os apóstolos se dedicariam ao ministério da oração e da Palavra. Não se menciona o ministério do jejum (Atos 6.4).

G. Nas recomendações aos cristãos gentios, não aparece a menção do jejum (Atos 15.28,29).
Por tudo isto não resta dúvidas que o jejum, junto com a oração, é prática necessária para os crentes poderem crescer espiritualmente e para que a Igreja alcance excelência no exercício de seus ministérios. 

Defina o seu Objetivo - Por que você está jejuando? É para a sua renovação espiritual, por direção, cura, solução dos problemas, graça especial para enfrentar uma situação difícil? Peça ao Espírito Santo que mostre claramente a sua direção e os objetivos para o seu jejum e oração. Isto irá capacitá-lo a orar mais específica e estrategicamente. Através do jejum e da oração, nós nos humilhamos perante Deus de tal forma que o espírito Santo irá avivar o nosso espírito, despertar as nossas igrejas e sarar a nossa terra de acordo com II Crônicas 7.14. Faça disso prioridade no seu jejum.

T emos um exemplo no Velho Testamento Esdras - 8 - 21 : 23

21. Então apregoei ali um jejum junto ao rio Aava, para nos humilharmos perante o nosso Deus, para lhe pedirmos jornada feliz para nós, para nossos filhos e para tudo o que era nosso.
22. Porque tive vergonha de pedir ao rei, exército e cavaleiros para nos defenderem do inimigo no caminho, porquanto já lhe havíamos dito: a boa mão do nosso Deus é sobre todos os que o buscam, para o bem deles; mas a sua força e a sua ira contra todos os que o abandonam.
23. Nós, pois, jejuamos, e pedimos isto ao nosso Deus, e ele nos atendeu.

Este livro contém quase tudo que se sabe acerca da história dos judeus a partir de 538 a.C., quando Ciro, o persa, conquista a Babilônia. A mão de Deus pode ser vista no fato que o rei Ciro permitiu aos judeus regressarem do exílio na Babilônia e reedificarem o templo arruinado. Não obstante, muitos judeus preferiram o conforto da Babilônia civilizada, em lugar das dificuldades da Judéia empobrecida. Aqueles que regressaram, começaram dando a Deus o primeiro lugar e edificaram ali um altar ao senhor (3: 1-13). Mas, a despeito disso, permitiram que seus inimigos os impedissem de continuar a edificação do templo e da cidade (4:1-24). Depois de dezesseis anos, veio o reavivamento através da pregação de Ageu e Zacarias, e as obras do templo foram concluídas, isso por volta de 516 a.C., sem a interferência ou oposição de outros inimigos.

Após o ano de 457 a.C., aparece Esdras (7:1-10), comissionado pelo rei persa para ensinar e por em vigor a lei judaica (7:11-28). Esdras reuniu uma nova geração de exilados para que voltasse com ele, e fez perigosa viagem sem escolta (8:1-36), por isso o jejum, conforme o texto que lemos.

Assim tomamos conhecimento do objetivo de Esdras. A viagem até Jerusalém ! Essa viagem era extremamente longa, cheia de imprevistos e de ataques de grupos inimigos e por isso o jejum como preparo para a viagem. Se olharmos para a realidade dos nossos dias vamos ver que o valor do jejum nas práticas religiosas evangélicas tem caído de moda e pós-modernamente tal prática tem causado mais mal do que bem, pois a maioria dos grupos religiosos tem invertido a ordem dos objetivos do jejum. Esdras porém, age de forma diferente e se propõe a fazer um jejum porque já havia dito ao rei que o seu Deus cuidaria dele e de seus companheiros, de maneira que agora teve vergonha de pedir soldados para a sua proteção. Assim Esdras apregoa um jejum, a fim de se humilhar perante o Senhor, para lhe pedir uma jornada feliz para eles, para os seus filhos e para tudo que era deles. Esdras sabe que não é recomendável falar em confiança na providência divina, e, depois, quando no aperto das situações, apelar para a débil força humana. Esdras sabe que não pode ser hipócrita, por isso recusa a ajuda, a proteção do exército e recomenda a sua viagem ao Senhor. A confiança de Esdras foi colocada "na boa mão do Senhor que é sobre todos os que o buscam, para o bem deles".

Assim, percebemos que o jejum teve excelente resultado, afinal de contas eles jejuaram, pediram e o Senhor Deus os atendeu.

Transição :
Dentro desse contexto, onde Deus recebe e atende o jejum do seu povo, queremos refletir com os irmãos e irmãs sobre "o que precisamos fazer para termos uma jornada feliz".

1. Se quisermos ter uma jornada feliz, precisamos nos humilhar na presença de Deus.
O texto no versículo 21 nos mostra que Esdras apregoou um jejum, a fim de se humilhar na presença do Deus altíssimo.

Da mesma maneira, se queremos uma jornada feliz para nós, precisamos nos humilhar na presença de Deus; Se queremos uma jornada feliz para os nossos filhos, teremos que nos humilhar na presença de Deus;

Se queremos uma jornada feliz para tudo aquilo que é nosso, devemos nos humilhar na presença de Deus.

Mas o que significa "se humilhar" ? O dicionário nos ensina que humilhar-se é tornar humilde ou ainda submeter. O mundo sem Deus entende por humilhação algo deprimente e vergonhoso. Neste conceito, ajusta-se perfeitamente às exigências da nossa velha natureza pecaminosa. O nosso velho homem recusa-se a dobrar-se, a humilhar-se, a render-se, a submeter-se diante da vontade do Deus que deseja nos conceder uma jornada feliz.
Assim sendo, a primeira condição para que tenhamos uma jornada feliz é nos humilharmos. O que Deus requer de nós ingratos e pecadores, é que nos humilhemos. E humilhar não é apenas uma tintura de melhoria no procedimento; nem desculpas desta ou daquela natureza; nem novos e melhores votos; nem maior dose de boa vontade; nem mais simpatia para com sua causa; nem mesmo passar a contribuir mais; nada disso! O que o Senhor requer é que nos humilhemos!

A Bíblia como Palavra de Deus, nos dá muitos exemplos de humilhação:
Em Isaías 57:15 ela diz que o Senhor nosso Deus habita junto ao contrito, ao de espírito quebrantado, ao humilhado; 

O salmo 51:17 nos apresenta a idéia que os sacrifícios que agradam ao Senhor são o espírito quebrantado e o coração compungido e contrito; 

Nabucodonozor , rei da Babilônia, comeu capim com os animais, até que se humilhou diante de Deus, e o reconheceu como Senhor; 

A 1ª carta de Pedro no capítulo 5, versículo6, diz : "humilhai-vos, portanto sob a poderosa mão de Deus, para que ele, em tempo oportuno, vos exalte. 

E ainda em Mateus 5:3, no sermão do monte, o Senhor Jesus nos ensina que "bem aventurados são os humildes de espírito, porque deles é o Reino dos céus".
Em todos esses exemplos, e dezenas de outros deles, a exigência divina para todos nós é a mesma: humilhai-vos! Podemos dar voltas com o nosso orgulho e prepotência, portanto isso não nos isenta da necessidade que temos de nos humilharmos na presença de Deus!

Aplicação : Estamos prontos para nos humilharmos na presença de Deus, para que ele no seu tempo oportuno nos exalte? Estamos preparados para que ele nos conceda uma jornada feliz? Estamos preparados para submetermos à vontade de Deus, enquanto igreja?

2. Se quisermos ter uma jornada feliz, precisamos nos comprometer com Deus.

E nos comprometer com Deus significa colocarmos as nossas ações diante dele, para que ele mesmo nos conceda a fé para proclamar a confiança no Senhor. Como nos ensina o vers. 22, na sua 2ª parte : A boa mão do nosso Deus é sobre todos os que o buscam para o bem deles.
Mas compromisso vai muito além dessa idéia. Vejamos alguns exemplos, através dos textos do jovem rico, do chamado de Simão e André e da morte de Estevão, a diferença que existe entre aqueles que somente se envolvem e aqueles que se comprometem com o reino de Deus:
O jovem rico, apesar de saber quem era Jesus, de conhecer os mandamentos, de praticá-los desde a sua juventude, não teve disponibilidade para seguir a Jesus e de se comprometer com o seu Reino. Preferiu as suas riquezas ao compromisso com o mestre. Só se envolveu !!!!
Já para Simão e André a história foi outra. Jesus caminhava junto ao mar da Galiléia, quando os viu e os convidou a serem "pescadores de homens". O texto nos mostra que eles deixaram imediatamente as suas redes e seguiram a Jesus. Assim também aconteceu com Tiago e João. E a história do cristianismo nos mostra que foram pessoas comprometidas com o Senhor Jesus, ao ponto de morrerem por amor do mestre. 

Podemos aprender nesses exemplos, que seguir a Jesus exige renúncia, desprendimento e acima de tudo confiança, naquele que nos amou de tal maneira que assumiu o compromisso e a vontade do Pai para nos salvar.

Reportando-nos ao livro dos Atos dos apóstolos, podemos aprender sobre o preço do compromisso. No exemplo de Estevão, o primeiro mártir da igreja primitiva. Vemos que o viver correto e comprometido com os valores do Reino, levaram-no à morte. O que mais nos impressiona nesse caso é que Estevão nos mostra que a história do cristianismo é a história de homens e mulheres destemidas, que deram as suas vidas e não negaram a fé jamais. Estevão foi um desses discípulos, Ele era cheio da Palavra de Deus, cheio do espírito Santo, cheio de esperança e cheio do amor de Deus. Ele foi alguém que não envergonhou o evangelho de Cristo. Sofreu até a morte e como Jesus ainda pediu ao Pai para que não imputasse aquele pecado sobre os seus agressores.

Lembrando ainda dessas pessoas que levaram o compromisso com Cristo até as últimas conseqüências, me vem a mente uma das frases que tem falado muito ao meu coração ultimamente que é a seguinte: "O sangue dos mártires é a semente da igreja". Ah se todos nós aqui pudéssemos viver o evangelho de Cristo na sua plenitude. Talvez aí sim, a nossa jornada enquanto comunidade do compromisso fosse uma jornada feliz. Fica para todos nós o desafio de sermos uma comunidade que paga o preço e que sofre as conseqüências pela fidelidade a Deus.

Aplicação:

Será que como cristãos, lavados e remidos por Cristo, temos a exata noção do nosso compromisso para com Deus? Será que temos coragem para assumirmos a nossa fé em qualquer circunstâncias? Será que teríamos à atitude dos matires: Sim eu acredito em Deus! Mesmo sabendo que aquela seria a nossa última declaração ?

3. Se quisermos ter uma jornada feliz, precisamos depender somente de Deus.
Devemos ter o mesmo sentimento de Esdras e nos colocarmos na presença de Deus e dele depender. Confiar no Senhor da vida, para que ele mesmo nos ajude, para que ele nos capacite a fazer aquilo que o versículo 23 nos ensina "Nós, pois, jejuamos, e pedimos isto ao nosso Deus, e ele nos atendeu".

A nossa vontade deve estar de acordo com a vontade de Deus, mas naquilo que depender de nós, devemos lutar, a fim de termos uma jornada feliz. Esdras dependeu de Deus, não quis o exército para acompanhá-lo na sua viagem até Jerusalém, e nós? Dependeremos unicamente de Deus para os nossos planos e projetos futuros ? Dependeremos de Deus para que a nossa jornada seja uma jornada feliz?

O ensino de Esdras para nós, deve estar relacionado com a nossa predisposição em atentarmos para aquilo que a Bíblia nos ensina: Eles jejuaram. E o jejum no sentido bíblico é apresentado como uma forma de abstenção de alimentos para finalidades espirituais, isso não quer dizer que ele não possa ser usado para outras finalidades. A verdade é que ele se concentra em finalidades espirituais. Mas o realmente devemos ter em mente e praticar nas nossas vidas, é o objetivo do jejum. O jejum deve sempre centrar-se em Deus. O texto de Zacarias 7:5 nos ensina: "Acaso foi para mim que jejuastes, como efeito para mim?" Desta forma, se o nosso jejum não é para Deus, então fracassamos. Benefícios físicos, êxito na oração, dotação de poder, discernimento espiritual, estas coisas nunca devem tomar o lugar de Deus como centro do nosso jejum. John Wesley declarou: Primeiro seja o nosso jejum feito para o Senhor, com nosso olhar fixado unicamente nele. Que a nossa intenção seja esta, de glorificar nosso Pai que está no céu.

Logicamente que existem outros objetivos secundários na prática do jejum. Porém, devemos saber que, o jejum revela coisas que nos controlam. Este é um maravilhoso benefício para o verdadeiro discípulo que anseia ser transformado à imagem de Jesus Cristo.

Outra coisa que devemos fazer além de jejuar, é orar. Pedir a Deus para que nos abençoe e nos dê de fato uma jornada feliz. Talvez o mais repetido mandamento em toda a Bíblia é o da oração. E por que? Exatamente por ser a mais poderosa arma que Deus colocou nas mãos dos seus filhos e filhas, tanto para a sua vida espiritual, como para o avanço do seu Reino sobre a face da terra. Por isso devemos estar sempre em oração, como no dizer do apóstolo Paulo, "orai sem cessar". Assim, o crente que ora, vive em comunhão com Deus e está preparado para enfrentar as situações mais adversas possíveis. Sem oração somos presas fáceis do diabo; somos como um corpo sem vida, a nossa vida fica sem vigor; sem brilho o nosso testemunho e sem poder o nosso trabalho.

Portanto devemos orar e pedir ao Senhor para que a nossa jornada seja uma jornada feliz. Deus nos manda orar! Precisamos orar! Devemos orar! Se queremos uma igreja que prega a palavra, devemos orar! Se queremos uma igreja que faça diferença na nossa sociedade, devemos orar! Se queremos uma igreja forte e saudável, devemos orar! Se queremos uma igreja que serve e ajuda, devemos orar! Se queremos uma igreja celebrativa e alegre, devemos orar! Se queremos uma igreja que viva em comunhão, devemos orar! Se queremos uma igreja sendo instrumento de Deus para a salvação de pessoas, devemos orar! Se queremos uma igreja missionária, devemos orar! Enfim, se queremos ser uma igreja que faça diferença, devemos orar! Aí as portas do inferno não prevalecerão contra ela!

Conclusão:

Jejuar e orar: esse é o nosso desafio!.

Se queremos a bênção de Deus sobre tudo e todos, devemos nos humilhar perante o Senhor; devemos nos comprometer com ele e devemos depender somente dele! Se jejuarmos e orarmos, com certeza teremos o resultado da ação de Deus sobre as nossas vidas. Teremos a boa mão do Senhor sobre nós, pois afinal de contas estaremos buscando o Senhor nosso Deus com todo o nosso coração, com toda a nossa força, com toda a nossa fé, nesse Deus que nos transforma, que nos renova e que acima de tudo, quer que tenhamos uma jornada feliz!
Seja esse o nosso desafio!! E que Deus nos abençoe!!!!!

FONTES
O Espirito nos ajuda a orar, uma teologia biblica da oração - CPAD
Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal - CPAD
Bíblia de Estudo Profética - HAGNOS 
http://rinaldoeapalavra.blogspot.com/2008/06/orao-e-jejum-com-objetivos-espcificos.html

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