CONHEÇA O MUNDO DESIGUAL QUE VOCÊ VIVE - PARTE 1


Desigualdade Social

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A diferença entre países ricos e pobres aumentou desde o começo dos anos 90, com um grupo minoritário de nações (que representa 14% da população mundial) dominando metade do comércio mundial..[ONU 2004]
No começo dos anos 60, a renda per capita nas nações mais pobres era de US$ 212, enquanto nos países mais ricos era de US$ 11.417; em 2002, essas cifras passaram a US$ 267 (+26%) e US$ 32.339 (+183,3%), respectivamente..[ONU 2004]
Vista pelos olhos da vasta maioria dos homens e mulheres, a globalização não atendeu às suas simples aspirações por empregos decentes e um futuro melhor para seus filhos..[Documento "A Fair Globalization", ONU 2004]
Quatro cidadãos dos EUA – Bill Gates, Paul Allen, Warren Buffett e Larry Ellyson – concentram em suas mãos uma fortuna equivalente ao Produto Interno Bruto de 42 países pobres, com uma população de 600 milhões de habitantes;
80% da riqueza mundial está nas mãos de 15% dos mais ricos;
Os quatrocentos homens mais ricos dos EUA ficaram 10% mais ricos no último ano. A soma de suas fortunas: 955 bilhões de dólares; tipo 25% mais que o PIB brasileiro. Números da Forbes, aqui;
Decada de 90 
21 países retrocederam em seu Índice de Desenvolvimento Humano, contra apenas 4 na década anterior. Em 54 países a renda per capita é mais baixa do que em 1990. Em 34 países a expectativa de vida ao nascer diminuiu, em 21 há mais gente passando fome e em 14 há mais crianças morrendo antes dos cinco anos [ONU];
No Brasil, 10% brasileiros mais pobres recebem 0,9% da renda do país, enquanto os 10% mais ricos ficam com 47,2%. Segundo a Unicef, 6 milhões de crianças (10% do total) estão em condições de “severa degradação das condições humanas básicas, incluindo alimentação, água limpa, condições sanitárias, saúde, habitação, educação e informação”.
A pesquisa ainda mostra que 15% das crianças brasileiras vivem sem condições sanitárias básicas. As áreas rurais do Brasil concentram a maioria das crianças carentes, com 27,5% delas vivendo em “absoluta pobreza”. O estudo está aqui;
Enquanto isso, a revista Forbes contabiliza 80 mil milionários em dólar no Brasil, controlando uma riqueza correspondente a US$ 1,75 trilhão, ou duas vezes o PIB brasileiro de 2003.
Os Estados Unidos têm hoje 313 fortunas acima de US$ 1 bilhão, o maior número de ricaços já registrado. Na lista dos 400 americanos mais ricos de 2003 elaborada pela “Forbes”, havia 262 bilionários.
A fortuna combinada dos 400 mais ricos aumentou em US$ 45 bilhões em 2004, atingindo US$ 1 trilhão pela primeira vez desde 2000, no auge da bolha da internet.
Concentração capitalista na Rússia 
A capital da Rússia tem a maior concentração de bilionários do mundo, revelou pesquisa realizada pela revista "Forbes". A consulta mostrou também que um quarto da riqueza da Rússia está nas mãos de apenas cem pessoas.
No topo da lista, com cerca de US$ 25,2 bilhões, está Mihail Khodorkovsky, ex-presidente da companhia petrolífera Yukus, que está na cadeia por acusações de fraude e evasão fiscal. O bilionário Roman Abramovich, de 37 anos, do ramo de petróleo e alumínio, é o segundo com US$ 12 bilhões.
No terceiro lugar, o industrial da área de petróleo e gás Victor Vekselberg, que comprou neste ano a segunda maior coleção de ovos Fabergé do mundo. Ele tem US$ 5,9 bilhões em contas bancárias.
Doze anos após a queda do comunismo, Moscou abriga 33 bilionários. Nova York tem 31.
Infância

Das 55 milhões de crianças de 10 a 15 anos no Brasil, 40% estão desnutridas. 1,5 milhão entre 7 e 14 anos está fora da escola. A cada ano, 2,8 milhões de crianças abandonam o ensino fundamental. Das que concluem a 4ª série, 52% não sabem ler nem escrever. Informações do senador Cristovam Buarque, 2005
Uma em cada 12 crianças do planeta enfrenta as piores formas de exploração no trabalho, revelou um relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), divulgado em Londres em fevereiro de 2005.
''Cerca de 180 milhões são submetidas a trabalhos perigosos, escravidão, recrutamento forçado no Exército, prostituição e outras atividades ilegais'', denunciou o documento, que classifica o trabalho infantil como uma cicatriz na consciência do mundo no século 21
97% das crianças exploradas se encontram nos países pobres ou em desenvolvimento. Só na África, onde a situação é mais grave, metade dos que tem entre cinco e 14 anos trabalha..UNICEF
A cada sete segundos, morre uma criança de fome. Documento-base da Campanha da Fraternidade de 2005
Mais de 27 milhões de crianças vivem abaixo da linha da pobreza no Brasil, e fazem parte de famílias que têm renda mensal de até meio salário mínimo. Aproximadamente 33,5% de brasileiros vivem nessas condições econômicas no país, e destes, 45% são crianças que têm três vezes mais possibilidade de morrer antes dos cinco anos. UNICEF
Em 2003, 35 em cada mil crianças com idade menor de cinco anos morreram no Brasil. (UNICEF)
Mais de 10 milhões de meninos e meninas do mundo morrem de doenças passíveis de serem prevenidas, 600 milhões delas vivem na pobreza e mais de 100 milhões – na sua maioria meninas – não vão a escolas.
A maioria dos quase 200 milhões de crianças e jovens menores de 18 anos da América Latina, do Caribe, dos Estados Unidos e do Canadá vivem na pobreza.
No Brasil, os direitos de mais de 23% das crianças e adolescentes (14 milhões) estão sendo completamente negados, segundo relata documento da ONU de 2004. Um milhão de crianças entre 7 e 14 anos estão fora da escola, 1,9 milhão são analfabetas e 2,9 milhões de crianças entre 5 e 14 anos trabalham, a maioria como empregadas domésticas e em lixões.
De acordo com o censo de 2000 realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de mortalidade infantil, apesar da queda nos últimos anos, está na média de 29,6 mortes para cada mil crianças nascidas. Entre 1988 e 1990, 4.661 crianças e adolescentes foram mortos, o que significa quatro assassinatos por dia, em sua maioria meninos pobres e negros. Desses, 52% foram assassinados pela polícia ou por seguranças privados.
5,4 milhões de crianças e jovens trabalham no Brasil. Esse número significa que 12,7% da população entre 5 e 17 anos estão, de alguma forma, inseridos no mercado informal de trabalho e longe das salas de aula.
Em um país como o Uruguai, até a pouco citado como uma das “Suíças da América Latina”, 46,6% das crianças de menos de 6 anos viviam em uma família pobre em 2002.
A taxa de mortalidade infantil de menores de 5 anos é de 7 por mil nos EUA e de 8 por mil no Canadá, enquanto que no Haiti é de 123, na Bolívia é de 77 e na Guiana é de 72 por mil. A única grande exceção é Cuba, com uma taxa de 9 por mil, típica de países do centro do capitalismo.
Pelo menos 2 milhões de meninos, e principalmente de meninas, estão vinculados ao trabalho infantil na América Latina e no Caribe, sendo vítimas de todo tipo de exploração, discriminação e violências verbais e físicas, assim como abusos sexuais.
A cada ano, 1,2 milhão de crianças são vítimas, segundo a Organização Mundial do Trabalho (OIT), de um negócio que produz 100 milhões de dólares no mundo.
Segundo a OIT, os dados de trabalhadores domésticos infantis é espantoso: no Peru, 110 mil; no Paraguai, 40 mil; na Colômbia, 64 mil; na República Dominicana, 170 mil; apenas na Guatemala, 40 mil; no Haiti, 200 mil; e no Brasil – o campeão de trabalho doméstico na América Latina e talvez no mundo – 500 mil. (Por Emir Sader)
Atualmente, 10% das crianças dos países em desenvolvimento morrem antes dos cinco anos. [CARE]
Há 113 milhões de crianças fora da escola em todo o mundo;
Cerca de 123 milhões de crianças no mundo em idade escolar não tiveram acesso às salas de aula em 2003, segundo a Unicef. Desse grupo, apenas 2% estão nos países ricos;
Na Guatemala, 50% das crianças menores de cinco anos sofrem de desnutrição crônica.
Trabalho desenvolvido pela Procuradoria da Infância e Adolescência aponta que mais de 450 mil crianças sofrem algum grau de desnutrição na Nicarágua. [Adital, 23/11/2004]
Continua...

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