ADVERTÊNCIA - AÇÕES ISLÂMICAS CONTRA ISRAEL

Convulsão no mundo árebe: Advertência, as ações islâmicas serão aniquiladas caso seus líderes persistirem em planejar a destruição de Israel 

A proteção profética de Deus está pairando sobre a nação de Israel hoje, como nos dias do Velho Testamento. Nenhuma arma pode destruir essa nação, ou ficaria provado que Deus é incapaz de cumprir suas promessas e é um mentiroso, o que é totalmente impossível. A  recente revolução no mundo àrabe, a guerra contra o Iraque, o fim de Bin Laden, o incidente com os navios com ativistas que transportavam ajuda humanitária para a Faixa de Gaza está despertando a fúria das nações islâmicas contra Israel e poderá ser usado para colocar definitivamente a Turquia na órbita russo-iraniana.

Em 31 de maio de 2010, comandos navais israelenses desceram por cordas de helicópteros e entraram a bordo de navios turcos que transportavam ativistas que estavam decididos a romper o bloqueio de armas estabelecido pelo Egito e Israel na Faixa de Gaza. No sexto navio em que os soldados desceram, eles ficaram sob forte ataque. A batalha que ocorreu a bordo resultou na morte de dez ativistas e diversos soldados feridos.
Vamos seguir a história:
"Comandos navais israelenses invadiram durante a noite uma flotilha de navios civis que levavam suprimentos de ajuda humanitária para a cercada Faixa de Gaza, matando pelo menos dez pessoas e ferindo dezenas. Quando a estimativa do número de mortos na invasão da flotilha em alto mar subiu para 19 na mídia turca e israelense, a censura militar israelense impôs uma proibição à reportagem do número total de mortos e feridos... O Exército de Israel admitiu dez mortes na operação — com relatórios sugerindo que nove dos mortos eram turcos."
Reportagens posteriores indicaram que o navio em que o conflito ocorreu tinha bandeira turca; se esse relatório for verdadeiro, então a Turquia se sentirá ainda mais pressionada a abandonar sua posição pró-Ocidente e se mover totalmente para a órbita diplomática russo-iraniana. É óbvio que esperamos ver exatamente esse realinhamento acontecer, pois a Turquia é mencionada como uma das nações que marcharão sob a liderança russa contra Israel, em cumprimento à profecia de Ezequiel 38-39.
"Um porta-voz do governo israelense disse que as tropas foram atacadas com facas e canos metálicos ao descerem por corda dos helicópteros e entrarem nos navios. Ele disse que os disparos começaram quando um dos civis tomou a arma de um dos soldados. No total, dez soldados ficaram feridos, incluindo pelo menos um que foi atingido por um disparo. Dois dos ativistas mortos tinham disparado contra os soldados com pistolas, disse o Exército. As imagens de televisão da invasão noturna em águas internacionais mostraram os barcos israelenses se aproximando de pelo menos um navio e soldados descendo por cordas dos helicópteros para o convés do navio, em uma caótica luta corporal com bastões e punhos. As imagens das macas ensanguentadas e das pessoas feridas no convés após a invasão também foram transmitidas pela televisão."
Como usual, apareceram relatos conflitantes:
"Um repórter que estava em um dos barcos afirmou que os israelenses dispararam contra o barco antes de virem a bordo."
"Eles planejaram este ataque', disse a porta-voz militar israelense, a Ten-Cel. Avital Leibovitch. 'Nossos soldados foram feridos por essas facas e objetos metálicos cortantes, bem como pelas armas de fogo.'"
"O presidente da Autoridade Palestina, Mahmud Abbas descreveu a invasão como 'um massacre' e declarou três dias de luto."
Uma enorme repercussão diplomática não tardou a acontecer. O primeiro-ministro de Israel, Netanyahu, cancelou seu encontro que estava agendado com o presidente Obama na terça-feira, dia 1 de junho. Ele também cancelou outras reuniões e viajou de volta para Israel.
Resumo da notícia: "Netanyahu cancela encontro agendado com Obama", CNN News, 31 de maio de 2010.
"O primeiro-ministro israelense Benjamim Netanyahu cancelou o encontro agendado que teria nesta semana com o presidente dos EUA Barack Obama, representantes do governo israelense disseram na segunda-feira. Os dois líderes deveriam se encontrar na terça-feira durante uma visita de Netanyahu a Washington. O primeiro-ministro também decidiu encerrar mais cedo sua visita ao Canadá e retornar a Israel, de acordo com uma declaração via correio eletrônico feita por seu assessor de imprensa."
"O cancelamento do encontro por Netanyahu ocorreu imediatamente após a condenação internacional a Israel, depois que soldados israelenses invadiram uma flotilha que levava ajuda humanitária aos palestinos em Gaza, deixando pelo menos nove mortos na violência que ocorreu."
Outros eventos se seguirão e causarão ainda mais repercussões diplomáticas — como as ondas que ocorrem quando uma pedrinha é atirada nas águas paradas de um lago.
Vinte e quatro horas mais tarde, a verdade começou a se tornar clara com relação à flotilha que foi interceptada e invadida pelos comandos israelenses — e não é aquilo que a grande mídia está reportando.
Resumo da notícia: "A verdade sobre Israel e daqueles que desafiaram o bloqueio aos palestinos", The Daily Jot News, 1 de junho de 2010.
"Um incidente internacional está sendo formado após o ataque israelense aos seis navios cargueiros na costa de Gaza. Uma tremenda pressão da opinião pública — não a verdade — poderá iniciar uma onda de protestos diplomáticos contra Israel. Mas você precisa saber a verdade. Esses assim chamados navios cargueiros tentaram furar um bloqueio militar que foi estabelecido pelo Egito e por Israel para impedir o grupo Hamas de se refortificar. A Marinha de Israel advertiu repetidas vezes os navios a não furarem o bloqueio. Os cerca de 700 ativistas pró-palestinos transportavam itens proibidos de entrar em Gaza e ignoraram as advertências, esperando criar um conflito internacional que poderia então ser usado como uma alavanca de relações públicas contra Israel."
Esta linha de raciocínio foi exatamente a que apresentamos em 31 de maio, em um Alerta de Notícia. Achamos que a história real foi que esse incidente poderia muito bem ser usado pelos inimigos de Israel para fomentar uma guerra regional que facilmente poderia se expandir e se transformar em uma Terceira Guerra Mundial.
Também achei naquele momento que uma arapuca tinha sido armada para Israel e, por alguma razão incompreensível, Israel se permitiu cair nela. Afinal, ninguém conhece melhor a esperteza e o ódio genocida que arde nos corações e mentes dos povos islâmicos contra Israel do que os líderes israelenses.
Então, por que Israel fez os comandos transportados pelos helicópteros de ataque Black Hawk descerem nos conveses dos navios da flotilha, de uma maneira que os propagandistas inimigos facilmente poderiam retratar aquilo como um "ataque" contra civis? Essa tática caiu como uma luva nas mãos dos líderes palestinos. Na verdade, as matérias de notícias em todo o mundo usaram a palavra "ataque" para descrever a ação israelense.
Até mesmo o jornal Jerusalem Post usou o termo "invasão" para descrever a ação do comando israelense! Esta palavra é um sinônimo para "ataque". A operação parece ter sido desastrosa e está sendo útil nas mãos dos inimigos mais implacáveis de Israel.
Em primeiro lugar, por que os navios tiveram de ser abordados? As forças armadas de Israel possuem um dos mais incríveis conjuntos de armamentos sofisticados no mundo e, aquilo que não têm, os EUA podem fornecer. Acredito que Israel ou os EUA possuem uma arma que pode arruinar os propulsores navais, paralisando os navios na água. Deste modo, a Marinha poderia ter impedido os navios de furarem o bloqueio e, ao mesmo tempo, evitado a óbvia armadilha que os palestinos criaram.
Agora, vamos retornar ao artigo em destaque, para vermos que Israel tentou chegar a um acordo com os ativistas, o que teria evitado o derramamento de sangue.
"O apresentador cristão de notícias Earl Cox reporta de Israel: 'Israel fez repetidas propostas para os navios, para que eles se dirigissem ao porto israelense de Asdode e desembarcassem aquilo que os ativistas chamavam de ajuda humanitária. Israel garantiu a entrega de todos os itens classificados como humanitários pela passagem da Faixa de Gaza. A confrontação que ocorreu foi uma orquestração armada pelos ativistas radicais para desacreditar Israel e criar uma simpatia pelos palestinos. Os integrantes da flotilha claramente escolheram o caminho da confrontação. Eles portavam bastões de aço, facas e, em alguns casos, pistolas e outras armas, infligindo o primeiro golpe, ferindo os militares israelenses que embarcaram nos navios para fazer a inspeção."
Portanto, está provado que os ativistas islâmicos naqueles navios não tinham as necessidades humanitárias dos palestinos de Gaza em seus corações; caso contrário, teriam aceito a generosa oferta de Israel. O que eles queriam era criar um incidente que pudesse ser usado com grande força contra Israel. O sangue de civis derramado é útil nessas situações e, aparentemente, foi útil aqui.
Israel claramente não esperava o tipo de problema que encontrou.
"A AP reporta que os comandos israelenses, armados com fuzis de paintball e pistolas como reservas, não esperavam uma resistência violenta ao embarcarem no sexto navio. Entretanto, os assim chamados ativistas de paz, surraram os soldados com bastões, tentaram esfaqueá-los, arrancaram seus capacetes, tentaram enforcá-los e dispararam tiros reais contra eles."
Mais uma vez, não culpo os israelenses por sua ação, mas questiono a tática usada. Eles poderiam ter paralisado aquelas embarcações sem que ninguém morresse. Meu coração realmente se comove pelo povo de Israel por causa desse incidente. Os cristãos nascidos de novo não somente têm o amor de Jesus Cristo em seus corações, mas também amam Israel e o povo judeu, a nação escolhida de Deus.

A Guerra Regional Está Próxima?

A indignação internacional continua a ser lançada contra Israel. As repercussões diplomáticas continuam a ocorrer de forma insidiosa; um dia, toda a região do Oriente Médio poderá explodir nas chamas reais de uma guerra. A Turquia lidera as acusações a Israel por causa desse incidente extremamente lamentável.
Resumo da notícia: "Primeiro-ministro turco critica Israel pelo 'massacre sangrento' nos navios", Voice of America, 1 de junho de 2010.
"O primeiro-ministro turco disse que Israel deveria ser punido pelo ataque mortal contra os navios que levavam ajuda humanitária para a Faixa de Gaza. Em um emocionado discurso diante do Parlamento na terça-feira, o primeiro-ministro Recep Tayyip Ergodan chamou a invasão de 'massacre sangrento' e um ato de 'terror de Estado'. Ele disse que o assalto era uma infração à Lei Internacional e prejudicava a paz mundial."
O primeiro-ministro turco está aqui envolvido em uma hipérbole retórica, e está exagerando grandemente os fatos! Mas, veja o seguinte: Ergodan é um muçulmano fundamentalista e quer pintar um quadro ruim de Israel para ter a justificativa de levar a Turquia, um país-membro da OTAN, totalmente para fora da órbita ocidental e para dentro da órbita russo-iraniana.
Logicamente, a Turquia é uma das nações que participará na invasão a Israel, em cumprimento a Ezequiel 38-39. Ergodan está furtivamente movendo a Turquia para a órbita islâmica e não perdeu tempo em aproveitar a oportunidade para fazer um duro ataque verbal contra Israel.
O Irã é a antiga Pérsia e é outra nação que marchará junto com a Rússia na invasão a Israel. Portanto, não devemos ficar surpresos ao ouvirmos o presidente iraniano agredir retoricamente Israel por causa dessa confrontação que resultou no derramamento de sangue.
Resumo da notícia: "'Comandos israelenses são cães selvagens', diz Ahmadinejad", The Jerusalem Post, 1 de junho de 2010.
"O presidente iraniano exigiu na terça-feira uma forte resolução do Conselho de Segurança da ONU contra Israel por causa da invasão a uma flotilha de ajuda humanitária que se dirigia à Faixa de Gaza. Em um discurso transmitido pela emissora estatal de televisão, o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad propôs que o Conselho de Segurança adote uma resolução que 'decepe' as mãos de Israel, evitando assim que cometam mais 'crimes'... Pelo menos nove pessoas morreram quando comandos da Marinha israelense invadiram as embarcações da flotilha que se dirigia para Gaza."
"Ahmadinejad, que também é conhecido por sua retórica anti-Israel, chamou os comandos israelenses que desceram por corda dos helicópteros nos navios da flotilha de 'cães selvagens' e criticou Washington por sua posição 'fraca e tendenciosa' de suporte a Israel. Ele advertiu Israel contra futuras invasões a Gaza, dizendo que uma 'tempestade de fúria das nações da região o desarraigará'."
Este cenário é exatamente o que os estrategistas islâmicos esperam obter: outra "tempestade de fúria" de todo o mundo que envolva os países da região em uma guerra que venha a desarraigar Israel.
 
Neste ponto, gostaríamos de lembrar nossos leitores que o Irã está seguindo um plano que foi delineado em março de 2003, em resposta à invasão do Iraque sob a liderança dos EUA. Os iranianos formularam um plano para derrotar os EUA nos "pântanos do Iraque" e depois levar a batalha em direção ao Ocidente, para o Mediterrâneo e confrontar Israel.
 
Pedimos que você separe um momento para ler o artigo N1910, intitulado "Estaria o Irã Acendendo Múltiplas Fogueiras no Oriente Médio?"
 
Falando resumidamente, o Irã planejou se opor à invasão do Iraque pelos EUA fazendo primeiro os americanos afundarem nos pântanos do Iraque e depois acendendo muitas fogueiras no Oriente Médio. Os locais em que o Irã planejou iniciar outras guerras são:
  1. Afeganistão
  2. Azerbaijão
  3. Israel.
Obviamente, o Irã foi bem-sucedido em inflamar esses países e/ou regiões e o Islã parece ser a força crescente no Oriente Médio hoje. O Afeganistão é, no máximo, um empate sangrento. Se o Azerbaijão é considerado parte de uma região da antiga União Soviética, então o Irã conseguiu incitar a guerra.
 
A fronteira final do Irã em sua estratégia é Israel. Os eventos parecem estar quase saindo de controle aqui também. Acredito que posso ver a mão do Irã por trás dessa flotilha de ativistas islâmicos. Certamente, nenhum outro líder político já usou linguagem inflamatória como tem feito o presidente iraniano.
 
Ao vermos os desdobramentos dos eventos após esse incidente com a flotilha, tenha em mente a questão muito maior de uma guerra total irrompendo no Oriente Médio que então explodirá para fora, envolvendo todo o mundo com uma combinação de ação militar, ameaça de ação militar nuclear e ataques terroristas em cada país onde ainda existem líderes eleitos.
No fim dessa Terceira Guerra Mundial, o Anticristo aparecerá caminhando. Este é o plano dos Illuminati e parece estar operando perfeitamente bem até aqui. A Terceira Guerra Mundial ameaça irromper; ela pode demorar semanas, ou meses para irromper de verdade, mas a não ser que esse círculo concêntrico de "fúria" seja contido, uma guerra global pode estar visível no horizonte.
 
Exatamente como a Bíblia prediz! 
Quando a poeira começou a abaixar, os analistas puderam ver que Israel foi pego em uma situação em que sempre perde, enquanto o grupo palestino radical Hamas desfruta de uma situação em que sempre ganha. Os propagandistas islâmicos claramente obtiveram uma vitória em arruinar a reputação internacional de Israel.
Resumo da notícia: "Ataques aos navios da ajuda humanitária a Gaza são uma vitória para o Hamas", editorial escrito por Stephanie Gutmann, www.Telegraph.co.uk, 31 de maio de 2010.
"Sei que em algum lugar, os caciques do Hamas estão se congratulando pelo trabalho bem-feito. A questão dos navios com ajuda humanitária a Gaza, que atingiu um clímax nesta manhã, quando marinheiros israelenses embarcaram em um navio e mataram 'ativistas' indubitavelmente será marcada com vários 'X' na coluna de vitórias na guerra da organização terrorista contra Israel. As imagens em vídeo dos soldados da tropa de elite aplicando uma gravata nas velhinhas que calçavam sandálias de palha teriam sido boas (e, aparentemente, eram um dos objetivos de propaganda dessa entrega de 'ajuda alimentar' desnecessária), mas as manchetes falando de '16 ativistas mortos por comandos judeus' são incomparavelmente melhores."
A citação seguinte revela que o Hamas planejou essa confrontação antes da partida dos navios.
"Na verdade, no sábado passado, o líder do Hamas, Ismail Haniyeh, tornou essa estratégia bem clara quando disse aos repórteres: 'Se os navios chegarem, será uma vitória para Gaza. Se eles forem interceptados e aterrorizados pelos sionistas, também será uma vitória para Gaza, e eles se moverão novamente em novos navios para romperem o cerco a Gaza.'"
Depois de chamar a confrontação naval de "um massacre", Abbas, o presidente da Autoridade Palestina, acusou Israel de praticar terrorismo de Estado, outra elevação da retórica ao público.
Resumo da notícia: "Israel comete terrorismo nacional", The Jerusalem Post, 2 de junho de 2010.
"Israel executa terrorismo nacional, o presidente Mahmoud Abbas, da Autoridade Palestina, acusou na abertura de uma conferência econômica em Beersheba na quarta-feira... De acordo com Abbas, o povo palestino está encontrando diariamente ocorrências do terror de Israel. 'Estamos falando de assassinatos, barricadas, expulsões, ocupação e bloqueio', ele disse. Além disso, a Rádio Israel reportou que Abbas disse: 'O sangue inocente derramado não terá sido em vão.'"
Durante uma situação de crise como esta, a retórica ao público é muito importante. Na verdade, a retórica pode ser vista como um termômetro da guerra vindoura. Os palestinos, em cooperação com muitas outras nações islâmicas, planejam a total aniquilação de Israel. Como um ninho de víboras que se levanta contra sua presa, os muçulmanos planejam manter a guerra contra Israel até que o povo judeu tenha sido totalmente exterminado.
Mas, o Deus de Israel, o Deus Todo-Poderoso, predisse esta atual obsessão com Israel e Jerusalém e também qual será o resultado final. Somente podemos fazer uma advertência em alta voz a todos os inimigos de Israel: Deus está observando cada palestino e cada muçulmano que tem ódio em seu coração contra Israel; Ele está tomando nota de cada atentado terrorista e cada ataque terrorista bem-sucedido. Como Deus prometeu em Joel 3:2:
"Congregarei todas as nações, e as farei descer ao vale de Jeosafá; e ali com elas entrarei em juízo, por causa do meu povo, e da minha herança, Israel, a quem elas espalharam entre as nações e repartiram a minha terra."
Portanto, quando os muçulmanos assassinam judeus indiscriminadamente, e tentam executar a tarefa de aniquilação total que Adolf Hitler falhou em realizar, estão embarcando em uma missão impossível e estão se preparando para receber a maior das aniquilações proféticas de Deus.
Desde 1948, os povos islâmicos tentam coletivamente destruir o minúsculo Israel, atacando-o em seis grandes guerras e em incontáveis atos de terrorismo. Mas eles não conseguirão ser bem-sucedidos, pois Deus colocou Sua face contra eles e está protegendo Israel pelo poder Onipotente de Sua mão! Você pode considerar este artigo como uma advertência aberta a todos os líderes islâmicos que eles devem parar de atacar o povo de Deus. Deus declarou repetidas vezes no Velho e no Novo Testamento que restaurará Israel em sua terra nos "últimos dias" e que restaurará Seu noivado com a nação. Em outras palavras, Deus vai lidar novamente com Israel, como Seu povo escolhido.
Sendo este o caso, vamos primeiro examinar algumas das promessas que Deus fez a Israel, antes de Josué liderar a nação na entrada na Terra Prometida. No livro de Deuteronômio, lemos promessas como a seguinte:
"E o SENHOR hoje te declarou que tu lhe serás por seu próprio povo, como te tem dito, e que guardarás todos os seus mandamentos." [Deuteronômio 26:18].
Deus prometeu que, se os judeus guardassem Seus mandamentos, Ele os exaltaria sobre todas as nações da terra e os abençoaria em todos os aspectos da vida e dos negócios. (28:1-14).
Deus prometeu que não haveria derrota militar. Pense nesta promessa! Deus lutará por Israel, dando-lhe a vitória, especialmente em situações em que os israelitas estivessem em terrível desvantagem numérica! Na verdade, Deus deu algumas interessantes compreensões da totalidade da vitória que Ele lhes daria quando prometeu: "O SENHOR entregará, feridos diante de ti, os teus inimigos, que se levantarem contra ti; por um caminho sairão contra ti, mas por sete caminhos fugirão da tua presença." [Deuteronômio 28:7].
Novamente, em Deuteronômio 7:23. Deus prometeu fazer grande confusão se estabelecer no meio dos inimigos de Israel, quando Israel estivesse tomando posse da Terra Prometida. [Nota: O comentário bíblico diz que o significado de pânico está na língua original.].
O minúsculo Israel, que é do tamanho do estado brasileiro de Alagoas, está cercado por diversos povos islâmicos hostis que querem ver Israel ser aniquilado e lançado no mar. Nunca na história moderna tão poucos dominaram tantos de forma tão completa. Os judeus estão em desvantagem numérica na proporção de 1 para 52, porém mesmo assim dominam e derrotam seus vizinhos. O quão humilhante deve ser para os países árabes não conseguirem derrotar um inimigo tão pequeno! Além disso, não fez diferença que os árabes tenham conseguido trazer a antiga URSS para o seu lado no conflito. Embora os países árabes tenham sido treinados e equipados pelos russos desde a Segunda Guerra Mundial, nunca foram capazes de derrotar Israel.
Alguém aqui consegue sentir a presença do Deus Todo-Poderoso?
Certamente, qualquer pessoa que considere a questão pode chegar a esta única conclusão. Pode parecer que se os árabes alinhassem 200 milhões de pessoas com alguma arma, poderiam massacrar Israel pela superioridade numérica. Todavia, não conseguem fazer isso e a proteção de Deus é a única razão por que eles não podem vencer.
Hoje, os países islâmicos estão tentando ganhar na mesa de negociações aquilo que nunca conseguiram no campo de batalha. Além disso, quando não estão negociando, estão assassinando homens, mulheres, crianças e bebês judeus inocentes, ou estão usando o dinheiro do petróleo para comprar armas de destruição maciça de modo a aniquilar os 6,6 milhões de judeus.
Deus tem muito a dizer sobre como tratará Israel após restaurá-lo em sua terra, nos "últimos dias". Deus protegerá Israel como fez no tempos do Velho Testamento, antes de Israel começar a pecar terrivelmente contra Seus mandamentos.
Entretanto, Deus também irá demonstrar de forma majestosa Seu poder e glória nos "últimos dias", agitando os povos em volta de Israel a atacá-lo, somente para que Deus possa livrá-lo milagrosamente. A peça central do amor e preocupação de Deus por Israel é Jerusalém. Veja os planos de Deus para Jerusalém nestes "últimos dias":
"Eis que eu farei de Jerusalém um copo de tremor para todos os povos em redor, e também para Judá, durante o cerco contra Jerusalém. E acontecerá naquele dia que farei de Jerusalém uma pedra pesada para todos os povos; todos os que a carregarem certamente serão despedaçados; e ajuntar-se-ão contra ela todo o povo da terra." [Zacarias 12:2-3].
Agora, apelo a todos para que compreendam o que Deus está predizendo nesta incrível profecia, feita quase 2.500 anos atrás! Após trazer Israel de volta à sua terra, Deus fará a seguinte situação aparecer:
A pequena Jerusalém será o centro da atenção e da agitação, para todos os povos que estiverem ao seu redor. As nações islâmicas que vivem ao redor de Jerusalém ficarão poderosamente agitadas por causa do controle israelense sobre Jerusalém.
As nações islâmicas que estão ao redor de Jerusalém virão contra ela de tal forma que parecerá que Jerusalém está cercada, sitiada. Essas nações virão em ondas sucessivas contra Jerusalém. Quando uma onda for aniquilada, outra tomará seu lugar, e Deus aniquilará a todas elas.
Mais tarde, na Grande Tribulação, sabemos que isso acontecerá literalmente, isto é, uma força inimiga massacrante sitiará Jerusalém e começará a entrar na cidade, quando o Messias descerá do céu para destruí-la proferindo uma palavra. Essa aniquilação está predita em Apocalipse 16:16 e é chamada de Batalha do Armagedom.
Certamente, os jornais do dia contam uma história que corresponde exatamente ao quadro profético descrito nos parágrafos anteriores. As nações islâmicas têm Israel e Jerusalém completamente cercados de uma maneira tão massacrante que o cidadão israelense mediano deve se sentir sitiado. Além disso, os palestinos foram manipulados a criar um Estado islâmico dentro do minúsculo Israel, o que é similar a ter um punhal colocado a poucos centímetros do coração da nação judaica. Na verdade, quando o "Processo de Paz" estiver totalmente implementado, Israel estará quase que segmentado, o norte separado do sul por uma estreita faixa de terra de alguns quilômetros de largura. Não é necessário ser um gênio militar para compreender que, quando isto acontecer, Israel estará em sério perigo, militarmente falando. Se um ataque vier de dentro do Estado islâmico recém-criado, as forças islâmicas terão pouca dificuldade em separar o segmento do norte de Israel do segmento do sul. As forças islâmicas poderão derrotar Israel antes que suas forças armadas possam ser totalmente mobilizadas (são necessárias 72 horas para mobilizar as forças de reserva de Israel).
Yasser Arafat deixou bem claro que buscou no Alcorão sua estratégia para lidar com Israel. No Alcorão, o profeta Maomé diz que, se os muçulmanos enfrentarem um inimigo que seja forte demais e não possa ser derrotado, eles devem procurar a paz. Depois que a paz for obtida, os muçulmanos devem secretamente acumular forças e, ao mesmo tempo, tentar atrair o inimigo a um falso senso de segurança. Em seguida, no momento certo, as forças islâmicas devem entrar em ação, derrotando totalmente o inimigo. Este era o estratagema de Arafat e ele foi pego em uma gravação explicando-o para os outros muçulmanos!
Todavia, Israel persistiu em lidar com aquele homem! Agora, vamos retornar à profecia anterior.
O ponto final que Deus mostra é que todos que tentarem destruir Jerusalém serão despedaçados. A figura aqui é de uma pessoa que cai sobre um grande rochedo e é despedaçada. Portanto, Ahmadinejad, Abbas e Assad correm o risco de terem esse destino.
Em Amós 9:11, Deus prediz que, nos últimos dias, fará a adoração no templo do Velho Testamento ser restabelecida. ("levantarei o tabernáculo caído de Davi"). Em seguida, no verso 12, Deus diz que o Israel restaurado possuirá o restante de Edom. O povo de Edom era descendente de Esaú, o irmão mais velho de Jacó e a terra atual em que eles habitam é o leste do rio Jordão, que é principalmente o território da Jordânia, habitada pelos palestinos.
No verso 14, Deus prediz que Seu recém-restaurado Israel será próspero em sua agricultura e economia. Em seguida, no verso 15, Deus diz: "E plantá-los-ei na sua terra, e não serão mais arrancados da sua terra que lhes dei, diz o SENHOR teu Deus."
Depois que Deus restaurar Israel de volta à sua terra, nos "últimos dias", assumirá pessoalmente a responsabilidade de protegê-lo, de forma que promete que os judeus não serão mais desarraigados de sua terra.
Daniel 12:1 apresenta um interessante quadro de como será a proteção de Deus. Falando do fim dos tempos, Deus prediz que Israel enfrentará uma ameaça tão grande de aniquilação que Miguel, o grande príncipe angelical, terá de se levantar de seu trono para livrar Israel.
Todos os líderes de países islâmicos que atualmente estão fazendo projetos contra Israel deveriam levar em conta essas advertências. É claro que eles não farão isso, pois desprezam o Deus de Israel, o Todo-Poderoso Criador. Eles estão literalmente lutando contra Deus. É por isto que nunca conseguiram derrotar Israel no passado, e nunca conseguirão no futuro. Todos seus projetos e esquemas não somente resultarão em derrota, mas também na aniquilação de suas próprias nações!
Considere o livro do profeta Obadias. O verso 15 muda abruptamente a ênfase para o "dia do Senhor", que é o período do fim dos tempos. Todo o livro foi escrito para os edomitas, os descendentes de Esaú, que afligiram Israel durante toda sua história. No verso 15, Deus prediz que trará juízos sobre Edom e toda a casa de Esaú (que são os povos árabes que vivem imediatamente ao redor de Israel). Deus está dizendo que Seu julgamento físico começará a cair sobre essas nações pelo modo como sempre maltrataram Israel no passado (e, aparentemente, também no presente).
Mas, Deus usa uma linguagem extremamente forte aqui. Ele diz, no verso 16, que esses povos serão forçados a beber do cálice do julgamento e serão destruídos ("serão como se nunca tivessem existido"). Que coisa terrível! Isto significa que todo homem, mulher e criança de origem edomita será morto? Tratamos esse assunto sombrio no artigo N2095, que incentivamos você a ler agora, pois acreditamos que seu cumprimento literal esteja muito próximo e que a presença de cercas, barreiras e estradas controladas em volta das cidades e aldeias palestinas é evidência que Israel esteja prestes a aniquilar os palestinos, em cumprimento literal desta profecia de Obadias!
No verso 17, Deus diz que, no Monte Sião, que está em Jerusalém, haverá livramento, o monte será santo novamente e a "casa de Jacó possuirá suas antigas herdades".
Agora, esta é uma tremenda afirmação! O que pode significar que o Monte de Sião será santo novamente? Acredito que provavelmente significa que os judeus poderão reconstruir o templo no Monte do Templo, que é o Monte Sião. Isso também provavelmente significa que o Domo da Rocha islâmico será derribado. É interessante que o Plano da Nova Ordem Mundial prevê essa destruição na página 233 de um livro inacreditável intitulado The Armageddon Script, de Peter Lemesurier (leia a resenha)!
O autor Lemesurier diz claramente que essa destruição permitirá aos judeus reconstruírem seu Templo, assim avançando a "iniciativa messiânica". Isto significa que essa destruição ocorrerá após o Cristo da Nova Ordem Mundial aparecer, e convencer os judeus que ele é seu longamente aguardado Messias. Esta é apenas outra emocionante ocorrência em que o Plano da Nova Ordem Mundial corre em paralelo com a profecia bíblica.
Agora, vamos retornar ao livro do profeta Obadias. O verso 18 diz que um "fogo" sairá da casa de Jacó e uma "chama" da casa de José, o que, é lógico, refere-se a toda a nação de Israel. Essa chama de fogo evidentemente explode a partir da nação de Israel e consome totalmente a "casa de Esaú", sem deixar sobreviventes.
Subitamente, todos os inimigos ao redor de Israel serão aniquilados por algum tipo de fogo que sairá de Israel. Antes de estudarmos a possibilidade de qual será esse "fogo", precisamos olhar de perto o resultado dessa devastação da casa de Esaú. Os verso 19-21 predizem que os israelitas possuirão imediatamente todo o território que era habitado pela casa de Esaú.
Agora, vamos falar desse "fogo" que explodirá a partir de Israel e consumirá a casa de Esaú. Vários anos atrás, li um editorial no Boston Jewish Advocate. O autor judeu foi bem claro em descrever a ameaça mortal que existiria se as nações islâmicas algum dia possuíssem armas nucleares táticas. Basicamente, seria o fim de Israel. Embora Israel estivesse trabalhando no desenvolvimento de armamentos antimísseis, não seria possível evitar disparos de artilharia com carga nuclear. Além disso, o armamento antimíssil não seria suficiente para lidar com o grande número de mísseis lançados contra Israel. O autor dizia que os líderes militares israelenses esperavam que esse cenário aparecesse por volta do fim da década passada, no mínimo. A opinião daqueles líderes militares era que Israel teria de perpetrar um ataque preventivo antes que os árabes pudessem possuir as armas táticas nucleares.
E isto significava a total aniquilação das nações islâmicas; não apenas "vencer" outra guerra contra elas. Desde que retornou à sua terra, cada guerra que Israel lutou somente armou o cenário para a próxima. No caso com as armas nucleares, Israel precisará aniquilar totalmente seus inimigos, pois caso contrário eles responderão rapidamente com armas nucleares. Aniquilação total.
Israel já decidiu recorrer às armas nucleares diante de uma ameaça que seja considerada massacrante. Durante a Guerra do Golfo, de 1990-1991, o governo israelense advertiu Saddam Hussein, presidente do Iraque, que se ele lançasse qualquer arma de natureza biológica ou química, Israel responderia com aniquilação nuclear. Portanto, a decisão já está tomada e está apenas aguardando o momento exato para ser colocada em prática.
Agora, precisamos retornar à nossa discussão do "Processo de Paz", que agora está em curso entre o minúsculo Israel e seus vizinhos islâmicos. O processo proposto de "Terra em Troca de Paz" não faz sentido militar, como qualquer pessoa com o mínimo de conhecimento de estratégia sabe muito bem. Todavia, o velho general Rabin seguiu exatamente esse plano suicida. Por quê?
Acho que, e esta é apenas minha opinião, Israel e seus generais criaram uma cilada para os árabes, mirando diretamente nas instruções do Alcorão de tentar usar o "Processo de Paz" como um estratagema para aniquilar seu inimigo no tempo correto, quando ele abaixar a guarda. Acredito que Israel tenha decidido dar a aparência para os árabes que concorda com suas exigências insistentes para a criação de um Estado Palestino dentro do interior de Israel, sabendo muito bem que eles usarão esse Estado como um meio para poderem destruir Israel. Com o mundo inteiro testemunhando a cumplicidade dos árabes, em se preparar para o ataque, Israel atacará preventivamente. Sempre que possível, longe da terra de Israel, os generais israelenses usarão seus armamentos escalares para aniquilar totalmente a Jordânia, possivelmente o Egito, talvez a Síria e partes do Iraque.
Nas Escrituras, Deus prediz julgamentos dos "últimos dias" contra as seguintes nações:
Isaías 13 — um julgamento contra a antiga Babilônia, que é o Iraque atual, "Estariam os EUA Cumprindo os Julgamentos de Deus Contra o Iraque, Conforme Isaías 13?"
Isaías 15-16 — julgamento sobre Moabe, que está ao leste do rio Jordão, e é uma das províncias atuais da Jordânia.
Isaías 17 — julgamento sobre Damasco, capital da Síria. Damasco é conhecida como "a cidade mais continuamente ocupada do mundo". Desde que foi fundada, Damasco nunca deixou de ser habitada. Todavia, a predição de Deus é que Damasco deixará de ser uma cidade e se tornará um montão de ruínas. [Isaías 17:1].
Isaías 19 — julgamento de destruição contra o Egito.
Cada um desses versos inicia com uma frase padrão de julgamento de Deus: "Peso". E esses julgamentos ainda não se cumpriram. Em contraste, as predições similares de julgamentos encontradas em Isaías 21-23 já foram historicamente cumpridas.
Também acho muito interessante que as nações listadas acima não aparecem na relação de nações que marcharão junto com a Rússia, a partir do sul e do norte de Israel, como predito em Ezequiel 38-39!
Teremos de esperar para ver se minha teoria está correta. Entretanto, compreenda o seguinte: no fim dos tempos Israel será constantemente atacado e sua derrota parecerá iminente. Inicialmente, o ataque coordenado dos países islâmicos fará parecer que Israel será aniquilado, quando a chuva de 50 mil mísseis cair sobre Israel. Entretanto, Deus prometeu que lutará por Israel, aniquilando seus inimigos de longa data. Como e quando o "fogo" e "chamas" explodirão a partir de Israel é uma questão aberta para conjetura até que realmente aconteça.
Mas, sei o seguinte: todos os líderes árabes que planejam a destruição de Israel embarcaram em uma missão impossível. Os esforços deles somente resultarão em sua própria destruição.
Vamos permitir que Bill Lambert, o líder ocultista da Casa da Teosofia tenha a última palavra. Em seu seminário "Eventos Possíveis e Prováveis no Futuro", realizado na sede da Casa da Teosofia, em Boston, em 18 de agosto de 1991, Lambert afirmou que o Oriente Médio seria a chave para o aparecimento do Cristo da Nova Ordem Mundial. Ele disse:
"O ímpeto para este tipo de acordo é possível somente por causa de um temor generalizado de guerra. Esse temor precisa ser mantido até que as mudanças políticas e religiosas tenham sido instituídas."
Observe Israel, uma das chaves de Deus para determinarmos a iminência da Nova Ordem Mundial. Verdadeiramente, o fim dos tempos está sobre nós.
 
 

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