AS DOUTRINAS DE DEMÔNIOS E OS MISTÉRIOS DE ZUMBIS





"Mas o Espírito diz claramente que nos últimos tempos alguns abandonarão da fé e seguirão espíritos enganadores e doutrinas de demônios" (1 Timóteo 4.1).

Os zumbis:

Do plano da imaginação para a possibilidade real de existência de tais criaturas existe uma boa distância. Porém, vemos que com frequência essa distância é vencida com indiferença por aqueles que acreditam e propagam sua crença no fenômeno. 

Assim, pergunto: zumbis existem? Bom, determinemos o que é um zumbi. Segundo o que se crê, o zumbi é um homem morto, devolvido à vida por um feiticeiro, para se tornar um escravo. Essas práticas são atribuidas aos feiticeiros voodus, sendo o Voodu tristemente famoso por sua eficiência na fabricação de zumbis. O vooduísmo é praticado em todo o mundo, porém no Haiti - onde é a religião oficial do povo - sua prática é bem mais disseminada. 

E, será por acaso que no Haiti é o lugar onde mais se registram casos de zumbis? Fal ode daodos oficiais, policiais e de histórias contadas pelo povo também. Segundo consta, o processo é feito da seguinte maneira: o feiticeiro voodu escolhe arbitrariamente uma vítima, seguindo sua vontade. Escolhida a vítima, o feiticeiro vai a sua casa de noite, montado num cavalo sem sela e aspira sua alma, guardando-a num jarro. Isso faz com que a pessoa enfeitiçada caia num estado semelhante ao como e morra ao fim de pouco tempo.

Depois do enterro, o feiticeiro invoca um espírito, tido como "o senhor dos mortos" e lhe pede permissão para se apoderar do corpo daquela pessoa. Obtida a concordância, o feiticeiro exuma o cadáver e lhe devolve a alma, fazendo conjurações e dando-lhe poções a fim de que retorne a vida, como escravo, tendo sua personalidade e memória completamente anuladas. 

Essa seria a versão fantasiosa da coisa, mas existe outra, a científica: existem zumbis sim. Mas não se trata de ressureição de pessoas, e sim de envenenamento intencional por uma mistura de substâncias que os coloca em estado cataléptico similar a morte. Segundo os acadêmicos, os feiticeiros envenenariam intencionalmente uma pessoa e após sua morte (catalepsia na verdade) e seu enterro, essa pessoa seria desenterrada e devolvida à sociedade como escravo. A perda da lembrança é explicada através da grande quantidade de ervas e poções ingeridas, que lhes causa um estado de total amnésia. 

Esse crime, na maioria das vezes é praticado por feiticeiros à mando de feitores e donos de fazenda (as vezes eles mesmos são feiticeiros), conhecedores dessa espécie de magia (considerada a mais baixa de todas), com o intuito de aproveitar o trabalho gratuito desses seres. Mais uma curiosidade: para mantê-los em perfeita submissão, sua alimentação é especial, não levando sal, pois segundo a lenda, o sal lhes traria a memória de volta. Agora uma questão importante: por que existe na legislação haitiana um dispositivo classificando como crime "o envenenamento com substância capaz de provocar um estado letárgico mais ou menos prolongado".

Se existe a lei, supõe-se que exista a prática, ou pelo menos uma suspeita mais que razoável. Sabe-se que é comum entre as famílias haitianas a mutilação de cadáveres de entes queridos, apunhalando-os ou estrangulando-os - para evitar que depois sejam transformados em zumbis. Citemos o caso de Felícia, mulher morta e enterrada em 1907, encontrada 30 anos depois vagando inconsciente por uma estrada abandonada. 

O diretor do serviço de higiene do Haiti a examinou pessoalmente, e não teve dúvidas em declará-la uma zumbi. É muito difícil obter maiores informações acerca de tal fenômeno, visto que o povo haitiano (em sua grande maioria) é pobre, trazendo com isso a ignorância e o medo, evitando e temendo falar sobre o assunto. As autoridades também não se pronunciam, visando preservar a (péssima) imagem do país. 

Henrique José de Souza (fundador da Eubiose) acrescenta que "o Haiti é como todas as Antilhas, um remanescente da Atlântida, cujo povo, principalmente na época da decadência ou depois da luta entre deuses e demônios de que veladamente nos fala o Baghavad-Gita, desceu ao mais inferior estado de consciência. Herdeiros desses remotíssimos povos, é natural que conservem o conhecimento de tão horrível feitiçaria."

 Fonte: http://www.oapocalipse.com/home/estudos/religiao_zumbis.html

"E o Senhor Deus ordenou ao homem: Coma livremente de qualquer árvore do jardim, mas não coma da árvore do conhecimento do bem e do mal, porque no dia em que dela comer, certamente morrerá" (Gênesis 2:16-17).

O voodu:

Pouco mais de dois séculos atrás, nos Estados Unidos e Antilhas, havia uma crença generalizada de que os escravos negros não tinham alma. E por essa razão, a eles era proibido praticarem qualquer tipo de religião. No entanto, os negros tinham suas crenças e realizavam seus cultos em segredo. 

Foi o início do Voodu, seita que tem muito de misterioso. Mas o Voodu não é uma seita para o mal, ainda que o mal apareça em algumas de suas manifestações. Ela se preocupa muito mais com o bem-estar, o conforto e a felicidade de seus adeptos, seja aqui ou no além. Muito associada ao Haiti, a seita possui muitos adeptos nos Estados Unidos. 

O Voodu chegou aos Estados Unidos há uns duzentos anos atrás, quando os primeiros escravos africanos foram trazidos para as Antilhas. Difundiu-se rapidamente ali, no começo com grande censura, depois com maior liberação. 

Toda cerimônia Voodu possui um rei e uma rainha, uma mãe e um pai, sendo que cabe à rainha o poder maior, porque o Voodu sempre foi uma religião fortemente matriarcal. As cerimônias variam muito, de região para região, sempre com notas individuais acrescentadas. Nos Estados Unidos, houveram duas mães-de-santo, na realidade mãe e filha, que fizeram história nos cultos voodu por volta de 1830. Marie Laveau, a mãe, e Marie, a filha. 

Seus feitiços eram tão fortes, que além de cobrarem caro (porém garantiam os resultados), deixaram até os dias de hoje receitas e métodos que são seguidos por outros adeptos. É uma religião forte, sendo a maioria dos adeptos negros, mas com muitos brancos praticantes, principalmente nos Estados Unidos. Como todas as religiões, tem seu lado bom. 

O fato é que a maioria de seus adeptos (principalmente no Haiti) são extremamente pobres, o que faz com que essas pessoas utilizem com maior frequência o lado "negro" da magia voodu.Pessoas, em sua grande maioria ignorantes, desesperadas, a ponto de fazer qualquer coisa em benefício próprio, ainda mais de ordem material. Não que esses pobres haitianos, em sua grande maioria, visem ficar ricos e obter poder através do voodu. Eles visam mesmo é conseguir o "pão", o sustento, o teto. Dai o porque de só ouvirmos histórias sobre zumbis, bonecas de alfinete e embruxamentos para matar ou prejudicar seriamente alguém.


"Sede sóbrios, vigiai. O vosso Adversário, o diabo, anda em derredor, rugindo como leão, buscando a quem possa tragar. Resisti-lhe, firmes na fé..." (1 Pedro 5:8)

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