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O BATISMO E A SALVAÇÃO

O batismo é um assunto importante nas Escrituras. Muitos textos mostram que o batismo está intimamente relacionado com outros temas fundamentais do evangelho. Quando Jesus encarregou os apóstolos da Grande Comissão, ele fez o batismo ser um elemento central da mensagem que eles deveriam pregar ao mundo: "Jesus, aproximando-se, falou-lhes, dizendo: Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas cousas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos as dias até à consumação do século" (Mateus 28:18-20). Quando Paulo apresentou os sete fundamentos da unidade cristã, o batismo era um deles: "Há somente um corpo e um Espírito, como também fostes chamados numa só esperança da vossa vocação; há um só Senhor, uma só fé, um só batismo; um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, age por meio de todos e está em todos" (Efésios 4:4-6). Você pode perceber a importância do batismo por causa da sua ligação com aqueles outros elementos vitais do cristianismo. Infelizmente, poucos entendem o que a Bíblia afirma acerca da relação entre batismo e salvação. O objetivo deste artigo é mostrar que o batismo é um requisito para a salvação.

As Escrituras ensinam que há vários requisitos para a salvação: a graça de Deus, o amor de Deus, o sangue de Cristo, o ouvir a palavra, o arrependimento, a confissão, a fé, a obediência, etc. Nenhum dos elementos acima salva sozinho; todos são, no entanto, imprescindíveis. Em meio a tudo o que o homem tem que fazer para ser salvo está o batismo. Ninguém pode ser salvo sem fé, sem a graça de Deus, sem o sangue de Cristo, sem o arrependimento, etc., mas também não pode ser salvo sem o batismo. O batismo é um dos vários requisitos indispensáveis para a salvação.

O Batismo é Necessário para a Salvação

Marcos 16:16­ "Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado." O texto é claro. É necessário que creiamos e sejamos batizados. Alguns acreditam que o batismo não é essencial porque na segunda metade do versículo Jesus não disse que aquele que não crê e não é batizado será condenado. A questão obviamente é se queremos ser salvos ou condenados. Para sermos salvos duas coisas são necessárias: a crença e o batismo. Para sermos condenados basta uma: a descrença. Examine este paralelo: quem for contratado pela fábrica e trabalhar esforçadamente receberá a promoção; quem não for contratado não receberá a promoção. Na verdade, não importa quão arduamente um homem trabalhe, se nunca for contratado, certamente não receberá a promoção.

João 3:5­ "Respondeu Jesus: Em verdade, em verdade te digo: Quem não nascer da água e do Espírito não pode entrar no reino de Deus." Não é possível entrarmos no reino do céu sem nascermos de novo da água e do espírito. O único nascimento pela água de que falam as Escrituras é o batismo (veja Romanos 6:3-4). Nascer do espírito diz respeito à transformação espiritual que devemos experimentar. Sem o batismo das águas e sem a mudança espiritual, é impossível entrarmos no reino.

Atos 2:38­ "Respondeu-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo." O contexto aqui é muito importante. Pedro tinha acabado de pregar um sermão no qual acusava os que o ouviam de haverem assassinado ao Senhor. Seus ouvintes perguntaram o que tinham que fazer então para serem salvos. Pedro mandou que se arrependessem e fossem batizados para receber o perdão dos pecados e o dom do Espírito Santo. Sem arrependimento e sem batismo, permanecemos perdidos, sem perdão.

Atos 22:16­ "E agora, porque te demoras? Levanta-te, recebe o batismo e lava os teus pecados, invocando o nome dele." Esse texto nos mostra como invocar o nome do Senhor e ser salvo. Certamente devemos invocar o nome do Senhor para sermos salvos (Romanos 10:13; Atos 2:21). Mas isso significa mais que simplesmente gritar "Jesus" (Mateus 7:21-23; Lucas 6:46; Atos 19:13-16; Romanos 10:1-3). Invocar o nome do Senhor significa voltar-se para ele e submeter-se a ele para receber a salvação. O modo pelo qual fazemos isso é para ser batizados e lavar os pecados. Uma vez que não é possível sermos salvos tendo ainda o pecado e uma vez que o batismo é exigido para ser lavado dos pecados, fica claro que o batismo é necessário para a salvação.

Romanos 6:3,4­ "Ou, porventura, ignorais que todos nós que fomos batizados em Cristo Jesus fomos batizados na sua morte? Fomos, pois, sepultados com ele na morte pelo batismo; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida." Essa passagem compara o batismo do cristão com a morte, o sepultamento e a ressurreição de Cristo. Jesus morreu. Nós temos que morrer com respeito ao pecado. Jesus ressuscitou; devemos também ressurgir do nosso sepulcro do batismo para vivermos uma vida nova. Está claro que a nossa nova vida segue o nosso batismo. Como não se enterra ninguém vivo, mas sim os mortos, assim também os batizados são aqueles que estão mortos no pecado e não os que já estão vivos em Cristo. A vida nova é recebida após o batismo.

1 Pedro 3:21: "A qual, figurando o batismo, agora também vos salva, não sendo a remoção da imundícia da carne, mas a indagação de um boa consciência para com Deus, por meio da ressurreição de Jesus Cristo." O batismo compara-se ao dilúvio dos dias de Noé. O dilúvio salvou a Noé da corrupção e da perversidade do velho mundo. O batismo nos salva da corrupção e do pecado de nossa velha vida. Uma vez que o texto afirma que o batismo nos salva, a questão é indiscutível. 

Objeções

"O batismo não é batismo de fato." Algumas pessoas tomam os textos acima e tentam desidratá-los, dizendo que não se referem ao batismo nas águas. Isso é difícil fazer de forma convincente. João 3:5, por exemplo, afirma claramente: "nascer da água e do espírito". As pessoas tentaram dar toda sorte de significados à água nesse texto. Algumas dizem que Jesus estava falando do nascimento físico e que a água é o líquido amniótico de que tratamos quando dizemos que rompeu a bolsa d'água de uma grávida. Mas seria um pouco estranho que Jesus dissesse a homens vivos que eles tinham de nascer de novo fisicamente para entrar no reino dos céus. Informar Nicodemos que precisava nascer fisicamente para entrar nos céus era visivelmente desnecessário; isso obviamente já havia ocorrido! No contexto, Jesus mostrou categoricamente que estava falando de um nascimento espiritual e não físico. Foi Nicodemos, não Jesus, que imaginou entrar de novo no ventre da mãe para nascer. Alguns dizem que água em João 3:5 significa a palavra. Mas isso é arbitrário. Podemos dizer que água significa qualquer coisa ­ iogurte, por exemplo ­ e ensinar que as pessoas devem ser batizadas no iogurte para ser salvas! Mas Jesus disse água, e não há por que mudar isso.

Deve ficar claro que 1 Pedro 3:21 se refere ao batismo nas águas. No contexto, ele estava falando sobre como o mundo dos dias de Noé se encheu de água. Alguns defendem a idéia de que Noé foi salvo das águas e não pelas águas. O ponto do contexto, entretanto, não é a preservação de Noé na arca, mas sua salvação pela água do pecado do mundo.

Alguns tentam interpretar essas passagens como se fosse uma referência ao batismo com Espírito Santo. É verdade que a Bíblia menciona o batismo do Espírito Santo. Há, no entanto, diferenças significativas entre o batismo nas águas e o batismo do Espírito Santo que devem deixar claro a qualquer estudioso qual é qual. O batismo do Espírito Santo era uma promessa, nunca uma ordem (observe Atos 1:4-5,8). Se um batismo é ordenado, sabemos que não se trata do batismo do Espírito Santo. Com base nisso, Atos 2:38 e Atos 22:16 têm que referir-se ao batismo nas águas. Cristo é quem batizava com o Espírito Santo, não o homem. Se o batismo tratado é um batismo feito por homens, sabemos tratar-se do batismo nas águas. Por essa razão, Marcos 16:16 deve referir-se ao batismo nas águas (veja Mateus 28:18-20; Marcos 16:15-16). Romanos 6:3-4 é o batismo nas águas porque implica um sepultamento e uma ressurreição para uma nova vida.

"A salvação não é salvação de fato." Às vezes as pessoas negam que esses textos realmente ensinem que o batismo é essencial para a salvação. Com muita freqüência, fazem-no com Atos 2:38: "Respondeu-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo". Dizem que a expressão "para remissão dos pecados", no grego, significa ser batizado porque os seus pecados já foram perdoados e não para receber o perdão dos pecados. O interessante é que a mesma expressão, tanto em português quanto em grego, é usada em Mateus 26:28: "Porque isto é meu sangue, o sangue da nova aliança, derramado em favor de muitos, para remissão dos pecados". O sangue de Jesus foi vertido para remissão dos pecados. Teria seu sangue sido derramado porque os nossos pecados já haviam sido perdoados ou para recebermos o perdão? Sem dúvida, para recebermos. Atos 2 já em si afirma que devemos arrepender-nos e ser batizados para o perdão. Se devíamos ser batizados porque os nossos pecados já foram perdoados, então o arrependimento também se daria porque já recebemos a remissão dos pecados. Sabemos, porém, que o arrependimento é um requisito para recebermos o perdão; também o batismo.

"Salvos pela fé." Muitas pessoas fazem vistas grossas a todos os textos que tratam do batismo ao tentarem decidir se o batismo é ou não imprescindível para a salvação. Elas ressaltam os versículos bíblicos que ensinam que somos salvos pela fé (João 3:16; 5:24; Atos 16:31; Romanos 5:1; 10:9-10, etc.). Sem dúvida somos salvos pela fé. A Bíblia deixa isso bem claro. Mas esse fato nada fala sobre o batismo ser ou não também necessário para a salvação. Somos salvos por Cristo (Romanos 5:9-10), mas isso não significa que a fé seja dispensável. Somos salvos pelo arrependimento (Atos 3:19), mas isso não invalida a graça de Deus. Mateus 5:9 ensina que somos salvos por sermos pacificadores, mas isso não nos autoriza a descartar a fé, o arrependimento e o batismo, crendo que o fato de sermos pacificadores seja em si o que nos vai salvar. Se desejo saber sobre a relação que há entre o batismo e a salvação, devo estudar os textos que tratam do assunto do batismo e da salvação. Os textos que abordam a relação entre a fé e a salva'e7ão não responderão à pergunta.

Conquanto a Bíblia inequivocamente ensina que somos salvos pela fé, ela também nos mostra que nem todo tipo de fé salva. Tiago 2:14-26 sustenta com convicção que a fé sem a obediência é uma fé morta incapaz de salvar. João 12:42,43 apresenta algumas pessoas que creram, mas não professaram a Cristo: "Contudo, muitos dentre as próprias autoridades creram nele, mas, por causa dos fariseus, não o confessavam, para não serem expulsos da sinagoga; porque amaram mais a glória dos homens do que a glória de Deus". Será que foram salvas? Certamente, nem todo tipo de fé salva, apenas a fé que obedece ao que as Escrituras ensinam (Gálatas 5:6; Hebreus 5:9).

O que realmente importa perguntar é: quando é que a fé salva? A fé de Josué e dos homens de Israel causaram a ruína dos muros de Jericó quando obedeceram ao Senhor e marcharam ao redor dos muros 13 vezes (Hebreus 11:30). A nossa fé salva quando obedecemos ao Senhor (Romanos 6:17-18) e somos batizados (Gálatas 3:26-27).

"Não salvo pelas obras." As Escrituras ensinam que não somos salvos pelas obras (Efésios 2:8-9; Romanos 4:1-5), mas também que somos salvos pelas obras (Tiago 2:24). Não há dúvida de que esses textos falam de diferentes tipos de obra. A Bíblia, aliás, aborda muitos tipos diferentes de obras. Há as obras da carne (Gálatas 5:19-21). É claro que não somos salvos por estas obras. A Bíblia trata de obras para ganhar ou merecer a salvação. Com estas obras, a salvação seria uma questão de salário e aquele que a recebesse poderia gabar-se de ter merecido a salvação porque trabalhou para conquistá-la. Esse tipo de obra não salva (Romanos 4:1-5). Mas as obras de uma fé obediente são imprescindíveis para a salvação (Tiago 2:14-26). Devemos sempre analisar o tipo de obra que se acha em discussão no contexto. Tito 3:5 ensina que não somos salvos pelas obras, mas pelo batismo: "Não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo sua misericórdia, ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo". Paulo estava aqui usando obras no sentido de Efésios 2 e de Romanos 4, afirmando que o batismo não é uma obra de merecimento, pela qual não somos salvos. O batismo é um ato de obediência pelo qual somos salvos.

A confusão surge do nosso uso da palavra obra. Suponhamos que eu lhe prometa dar um milhão de reais sob certas condições. Você tem de limpar toda a minha casa. Minha casa não é muito grande, nem está muito suja, então está claro que o pagamento se trata de um presente e não um salário. Você fez obras suficientes para merecer um milhão? Claro que não. Seria absolutamente impossível você ganhar um milhão de reais limpando uma casa. Você fez obras para cumprir as condições e receber um milhão de presente? Sem dúvida. Você o recebeu só depois de limpar a casa. Nossa palavra obra às vezes só faz referência a algo feito. Outras vezes, refere-se a algo feito para merecer salário. Precisamos fazer algo para ser salvos, mas não podemos ganhar a nossa salvação como um pagamento.

"O ladrão na cruz." Às vezes, ouvimos a objeção de que o ladrão da cruz não foi batizado, mas foi salvo. O ladrão foi salvo antes de Jesus morrer. Ninguém podia ser batizado na morte de Jesus antes que ele mesmo tivesse morrido. Portanto, nem Abraão, nem Moisés, nem Davi, nem ninguém antes de Jesus foi batizado para ser salvo. Os requisitos bíblicos para a salvação mudaram com a morte de Cristo. Nem Abraão, nem Moisés, nem Davi, nem o ladrão acreditaram que Jesus tinha ressuscitado dentre os mortos. Mas ninguém pode ser salvo hoje sem crer que Jesus ressuscitou dos mortos.

Hebreus 9:15-18 afirma que o testamento de uma pessoa passa a vigorar após sua morte. Antes de eu morrer, posso distribuir os meus bens da maneira que eu bem entender. Após minha morte, minhas propriedades serão distribuídas de acordo com as disposições do meu testamento. Antes da morte de Jesus, ele deu a salvação àqueles que quis. Mas, após morrer, a salvação é dada de acordo com as condições de seu testamento. Após sua morte, Jesus claramente afirmou que aquele que crê e se batiza será salvo (Marcos 16:15-16).

Conclusão

Muitas vezes Deus fez uso da água como linha divisória. Nos dias de Noé, a água do dilúvio separava o mundo pecaminoso da nova vida num mundo purificado (Gênesis 6-8). No êxodo, a água do mar Vermelho era a linha divisória entre a escravidão e a liberdade (Êxodo 12-15). Nos dias de Naamã, a água do rio Jordão era a linha divisória entre a lepra e a purificação (2 Reis 5). Nos dias do cego, a água do Tanque de Siloé era a linha divisória entre a cegueira e a capacidade de ver (João 9). Por que Deus usou a água nesses casos, eu não sei. Mas, sem dúvida, não nos deve parecer estranho que Deus tenha feito a água no Novo Testamento ser a linha divisória entre a velha vida de pecado e a nova vida em Cristo.

O batismo não é o único requisito para a salvação hoje, mas não podemos ser salvos sem ele. "Respondeu Jesus: Em verdade, em verdade te digo: Quem não nascer da água e do Espírito não pode entrar no reino de Deus" (João 3:5).

­por Gary Fisher

BRASIL TÚ ÉS ESCOLHIDO PARTE 2/42

Brasil! Tu és Escolhido!

Brasil.  Nação cristã. Desviada, mas cristã!
 
Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança, então, sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos; porque toda a terra é minha; vós me sereis reino de sacerdotes e nação santa. São estas as palavras que falarás aos filhos de “Brasil.” 
 
Êxodo 19:5-6
 
Hoje não me lembro mais quando aconteceu, mas um dia de 1998, estudando a Palavra, eu lia essa passagem. Eu estava estudando a aliança espiritual que Deus fez com Israel. Eu queria ver como Ele fazia isso com uma nação. E lendo o texto, ouvi no lugar de “Israel”, Brasil. Difícil dizer que era audível ou não. Ninguém estava comigo. Para mim era audível. E eu sabia que daquele momento em diante, eu (Mike) era encumbido de uma palavra que Deus queria que eu anunciasse para a nação brasileira.

Toda a minha formação teológica voltou-se para entender a aliança pessoal que todos podem ter Deus por meio de Jesus. Jeremias 2:3a tinha despertado em mim uma curiosidade teológica:

Então, Israel era consagrado ao SENHOR e era as primícias da sua colheita;
Israel se tornou “colheita” do Senhor através da sua “consagração”. Entendi que a aliança que Israel fez com o Senhor foi o “meio” da sua consagração. Mas fiquei intrigado na época com a implicação de: primícias da sua colheita. 

Repito. Toda a minha formação teológica foi voltada ao estudo da salvação “pessoal.” Eu não conhecia matérias em seminário em que se estudava a aliança das nações com Deus ou com seus deuses. Eu apenas lembrava de um professor, Dr. Johnson. Senhor de idade, “quaker” de formação espiritual, professor do Antigo Testamento. Ele nos ensinou sobre a aliança de Deus com Israel. Tenho uma dívida grande com esse homem que já está na glória.

…primícias da sua colheita” significa que Deus vai colher algo. O que? Nações! E Israel é a primeira delas que Ele colheu!  Implicação: Deus está conduzindo uma colheita de nações!
Hoje eu li em Salmo 67:

Seja Deus gracioso para conosco, e nos abençoe, e faça resplandecer sobre nós o rosto;
para que se conheça na terra o teu caminho e, em todas as nações, a tua salvação.
Louvem-te os povos, ó Deus; louvem-te os povos todos.
 
Alegrem-se e exultem as gentes, pois julgas os povos com eqüidade e guias na terra as nações.
 
Louvem-te os povos, ó Deus; louvem-te os povos todos.
 
A terra deu o seu fruto, e Deus, o nosso Deus, nos abençoa.
 
Abençoe-nos Deus, e todos os confins da terra o temerão.
 
Você percebeu? “A terra deu o seu fruto,” Por que o salmista usa tal expressão? “Fruto” é o que se colhe. Deus está conduzindo uma colheita de nações da terra! E o Brasil é uma dessas nações. Eu creio que o Brasil fará parte das “primícias” dos nossos dias! Pois eu sei que o Senhor me disse: “São estas as palavras que falarás aos filhos do Brasil!”

E você? Consegue imaginar ou sonhar com uma nação aliançada com Deus, como Israel se aliançou? Imaginar ou sonhar com a tua cidade aliançada com Deus? Já pensou nisso? Pois eu precisava ser “despertado” pelo Espírito Santo para pensar, avaliar, passar a crer e orar por isso. Pode uma nação experimentar a “salvação”? Pode uma cidade experimentar a “salvação”? A palavra do Senhor afirma que sim.

E o Brasil? A história da nação nos revela que os nossos antepassados, nas pessoas dos descobridores fizeram uma aliança com Jesus na hora da descoberta. Os detalhes dos seus relatos revelam que avistaram a terra durante a semana da páscoa no ano de 1500.

Ao primeiro ponto que avistaram se deu o nome: Monte Pascoal, relembrando Jesus Cristo, cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.  No domingo da páscoa, dia 26 de abril de 1500, levantaram uma cruz para celebrar a primeira missa que era liturgia de  “culto” cristão em 1500.  Com esse culto consagraram as descobertas “terras de Vera Cruz”. Sabe o que significa?

O Brasil é uma nação consagrada ao Senhor Jesus: Terras de Vera Cruz. Eu creio que nos encontramos num estado desviado, mas o Brasil logrou na sua história uma aliança com Deus mediada na pessoa de Jesus.

E hoje, quase 511 anos depois, podemos observar as evidências dessa aliança. Bênçãos e disciplinas, “nomes proféticos” de cidades, regiões, rios, vales, montanhas, serras. Vitória do Espírito Santo! São Paulo! Rio Grande! do Norte! do Sul! Até em línguas de povos indígenas: Paraná. Serra dos Órgãos.

A nossa pátria anda numa aliança com o Senhor. Vamos falar mais sobre isso na segunda!
Peço que você, leitor, entre em contato conosco por meio do faleconosco@casadedavi.com.br 

Brasil! Tu és Escolhido! e compartilhe o que o Senhor tenha falado com você sobr.

E mais uma vez declaro em alta voz – Brasil! Tu és Escolhido!
 
Mike Shea 

 

 

 

BRASIL TÚ ÉS ESCOLHIDO PARTE 1/42


Hoje começa uma contagem regressiva!

Daqui há algumas semanas faremos a “reinauguração/refundação” do Centro  Brasileiro de Adoração. Nos dias 20-24 de abril vamos erguer as nossas  vozes em adoração e intercessão ao Senhor durante 96 horas com irmãos de  Londrina e de todo o Brasil.

Será um momento muito profético onde profetizaremos novamente a palavra  do Senhor: Brasil! Tu és Escolhido! (tema desta mobilização).  Convidamos você para estar conosco. Marque na sua agenda!

Os detalhes da mobilização estarão em nosso site nas próximas semanas. A palavra de base, a visão, as promessas, a história, os convidados e muito mais. Tudo será escrito de uma forma ordenada às segundas, quartas e sextas-feiras de hoje (12 de janeiro) até o início da mobilização no dia 20 de abril. Fiquem ligados!

“REEDIFICANDO JUNTOS” 

Neste primeiro contato eu quero explicar para você como a “reinauguração” tem haver com nosso projeto “REEDIFICANDO JUNTOS” que procede da palavra de Amós 9:11-12.
Naquele dia, levantarei o tabernáculo caído de Davi, repararei as suas brechas; e, levantando-o das suas ruínas, restaurá-lo-ei (reedificá-lo-ei) como fora nos dias da antiguidade; para que possuam o restante de Edom e todas as nações que são chamadas pelo meu nome, diz o SENHOR, que faz estas coisas.

Essa palavra de Amós fundamentou a mobilização de adoração e intercessão que começamos em 2000 na ocasião do “Brasil, 500 Anos”, o mesmo ano que o Senhor nos deu a leitura da história brasileira “Brasil! Tu és escolhido!”  Essa palavra em Amós tem sido a palavra norteadora dos últimos 10 anos em que, progressivamente possuímos e conquistamos “espaços temporais”, feriados que renovam pactos espirituais das nossas cidades e da nossa nação, tais como: 07 de setembro, 12 de outubro, carnaval, dias “santificados”, a virada do ano, os aniversários de fundação de cidades. Todas essas datas tem significados espirituais.
Renovamos nossas alianças espirituais como famílias, cidades, e como nação brasileira nessas datas. E se é verdade que “a adoração é a maior arma de batalha espiritual”, então nessas datas precisamos dedicar mais tempo em adorar, do que falar sobre adoração; precisamos dedicar mais tempo no interceder, do que no falar sobre intercessão.

Durante os primeiros cinco anos, mobilizamos em igrejas, fábricas, galpões e inclusive uma mobilização de 72 horas na Câmara dos Vereadores de Londrina, de onde levantamos nossas vozes em adoração e intercessão pelo governo da nossa amada cidade.

E no dia 24 de março de 2005, após um ano de construção, inauguramos o Centro Brasileiro de Adoração. E começamos a possuir e conquistar espaços temporais diários, iguais no tabernáculo de Davi, onde sacerdotes fizeram turnos de adoração 24 horas por dia, misturando intercessão e profecia em palavra e canção. Dessa forma profetizaram sobre Israel o Reino/Governo de Deus.

Nesses turnos foram geradas canções que profetizam sobre nós até hoje. Os turnos de adoração e intercessão que temos feito visam dar voz ao “sacerdócio de todos os santos”. Voz em adoração na qual Deus manifesta a Sua presença. Voz em intercessão que tudo resume em:  Venha, Senhor, o Teu reino!

Ao longo de 10 anos temos mobilizado adoração e intercessão visando turnos 24/7 desde Londrina estendendo para toda a terra. Nosso estatuto consta isso. Essa é nossa razão de existir como ministério. Deus tem nos usado para mobilizar pessoas em adoração e intercessão em muitas cidades no Brasil e fora do Brasil. E vamos continuar!
Tempo de REEDIFICAR!

Nos dias da nossa “Confraria do Reino” em janeiro do ano passado, o Senhor tinha me dado uma palavra para a igreja em geral. Essa palavra está se cumprindo desde então em nós!

O Senhor havia dito que Ele tinha dado direções para o novo milênio em 2000. Como no nosso caso, outros tantos tinham recebido direções do Espírito Santo para começar obras, ministérios, projetos, programas, etc, a partir de 2000. E ao longo da primeira década tínhamos executado esses. Em alguns casos, bem.  Em outros, havia “desvios” como: desobediência, carnalidade, pecado, imaturidade e “não saber lidar com o novo”. Tudo isso contribuía para os “desvios” que haviam. E ouvi do Senhor que Ele estendia misericórdia para “realinhar” nossas obras, ministérios, projetos, programas, etc. com a “direção e condução” do Espírito Santo. Pois onde Deus dá uma “direção”, Ele também dá uma “condução” para a realização da “direção”.

Essa palavra foi confirmada por um irmão amado chamado Fábio Souza do ministério Rugido do Leão do Rio de Janeiro que também ministrou uma palavra na Confraria.  Ele disse que viu o calendário de 2010 sobreposto ao calendário do ano 2000, como se tivesse que relembrar as promessas e direções de 2000 para saber andar em 2010 em diante. Fábio também trouxe uma palavra de Amós 7:7-9 sobre o “prumo”. Que Deus estava estendendo um prumo sobre Sua casa para medir e “alinhar”.

Eu lembrava da palavra que entreguei em São Paulo em 2003: “tudo que pode ser abalado, será abalado.” Neste momento eu peguei cinco tijolos, representando os ministérios de apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e mestres, e “marreta neles”  dizendo que Deus estava querendo ‘destruir’ o que não se alinhava com a edificação da Sua casa.  E que nossos ministérios estavam passivos a passar por uma grande ‘reforma’ da parte de Deus.

Mal sabia eu o que iria acontecer dentro de poucos meses!  Casa de Davi é um ministério profético que tem a característica de ser ‘sinal e símbolo.’  Vejo a mão de Deus disciplinando e corrrigindo um ministério profético.  E como ‘sinal e símbolo’ digo que o mesmo está por acontecer em toda a igreja.

Entendo que os 5 ministérios formam a ‘paternidade’ da família de Deus como o casal forma a ‘paternidade’ da família biológica. O apóstolo conduz a família de Deus a estabelecer a cultura do céu na terra. O profeta conduz a família de Deus na correção e disciplina quando deixamos essa cultura. O evangelista conduz a família de Deus a se multiplicar. O pastor conduz a família de Deus na cura e no amor e o mestre conduz a família de Deus no ensino da cultura do Reino.
Profeta que é profeta, entende que a disciplina e a correção procedem do amor profundo do Pai. Profeta que é profeta, entende que o Senhor vê o oculto e escondido que Ele há de revelar. Profeta que é profeta, entende que a disciplina do Pai nunca visa acabar com o filho.  O Pai disciplina o filho porque o filho tem um valor inestimável. Profeta, que é profeta, entende que a misericórdia do Pai conduz o filho ao arrependimento com uma sabedoria em que se revela todo o amor e os propósitos do Pai na vida do filho.

Profeta que é profeta, entende que a disciplina, a correção, e até a punição fazem parte da participação da Sua santidade. Profeta que é profeta, entende que Deus levantou o ministério profético como zelador da aliança com a Sua “esposa” Israel. Profeta que é profeta, entende que Jesus está chamando a Sua “esposa” a se arrepender desde os tempos em que as sete cartas do Apocalipse foram escritas (caps 2&3). Profeta que é profeta, sabe que isso faz parte da noiva se ataviar em preparação para a vinda do Noivo. Profeta que é profeta, tem que andar na luz e agradecer ao Pai a disciplina que nos alinha no “Caminho”.  Eu quero ser tal profeta.  A disciplina do Pai é boa e proveitosa.

Eu quero aqui registrar a minha gratidão ao Senhor.  Ele nos deu uma visão. Creio ser algo para a família de Deus, para a igreja, para o corpo de Cristo, para os filhos de Deus.  Ele nos fez ‘sinal e símbolo.’  Ele que pediu para mobilizar a adoração e intercessão da igreja.

Louvo a Deus por mais de 10 anos de condução do ministério. Louvo a Deus por tantos momentos de euforia na presença d’Ele. Louvo a Deus pela revelação do Seu amor, da Sua santidade, da Sua misericórdia e do Seu poder.

Louvo a Deus pelos sinais: uma chave, um segredo, Sua palavra viva, eficaz, atual, luz, condutora, e alinhadora.

Louvo a Deus pela Sua voz e pelo Seu silêncio.

Louvo a Deus pelos tantos irmãos em Cristo que conhecemos em viagens no Brasil, Argentina, Paraguai,  Uruguai, Austrália, Nova Zelândia, Estados Unidos e no México.  Louvo a Deus pelos pastores que abriram as portas de cidades para nós.  Louvo a Deus pela confiança estendida a nós para ministrar aos filhos de Deus espalhados em tantos lugares.

Louvo a Deus pelos seminários de ensino, pelas palavras proféticas, pelas canções e pelas mobilizações. Rio do Leão.  Brasil! Tu és Escolhido!  Companhia de João Batista!  Resgatai a Noiva!  A manifestação dos Filhos de Deus.  Louvo a Deus por 10 anos de aventura no Espírito Santo. Pelo privilégio de ser agente, instrumento, ferramenta na Sua mão para contribuir com a edificação do Seu Reino, da Sua família, da Sua casa espiritual.

Louvo a Deus por ter gerado um sonho em mim. Sonho do qual sou ‘refém’. Sonho que substituiu meus sonhos pessoais de noite. Sonho que me possuiu. Sonho ao qual me fiz escravo até que se realize. Sonho que respiro. Sonho que me persegue e que persigo.
Sonho de ver cidades e nações aliançadas com Jesus e vivendo o “reino de Deus”.  Sonho de ver a igreja de toda cidade unida para adorar a Jesus: evangélicos, católicos, tradicionais, pentecostais, enfim, todos que tem Jesus como único Senhor e Salvador e que o Pai procura para adorá-lO em espírito e em verdade. Sonho de ver a transformação de uma cidade, e até de uma nação, como reflexo dessa adoração.

Louvo a Deus pela promessa d’Ele para mim:  Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram…
E quero registrar minha gratidão e aceitação da disciplina e correção do Amado Pai. Temos a tendência de jogar tudo fora quando passamos por uma disciplina. Falamos aos pais: você não me ama. Você não se importa. E outras coisas assim. Não entendendo que a disciplina não anula o que foi edificado em amor e obediência.

Eu quero afirmar e registrar: a disciplina, a correção, e, até a punição do Pai vem porque temos um valor inestimável para Ele.  Nossa obediência é indispensável pois o Reino de Deus começa em nós. Louvo a Deus pela correção, pela disciplina, pelo alinhamento de 2010. Louvo a Deus que Ele trouxe à luz o “oculto e escondido”.

Louvo a Deus pelos abalos, pois o que podia ser abalado, precisava ser abalado, afim de se realinhar com Seus planos e a Sua vontade.

Enfim, louvo a Deus pela promessa que Ele nos entregou centenas de vezes em 2010 encontrada em Ageu 2:6-9.

Porque assim diz o SENHOR dos Exércitos: Ainda uma vez, daqui a pouco, farei tremer os céus e a terra, o mar e a terra seca;  E farei tremer todas as nações, e virão coisas preciosas de todas as nações, e encherei esta casa de glória, diz o SENHOR dos Exércitos. Minha é a prata, e meu é o ouro, disse o SENHOR dos Exércitos.  A glória desta última casa será maior do que a da primeira, diz o SENHOR dos Exércitos, e neste lugar darei a paz, diz o SENHOR dos Exércitos.

Mike Shea
Casa de Davi

A ESCRAVIDÃO DE ISRAEL NO EGITO

Possível itinerário do Êxodo.
A arqueologia esclarece vários aspectos culturais da vida do povo de Israel no Egipto (trataremos num outro tema a chegada do povo de Israel ao Egito). Os israelitas foram obrigados a fabricar tijolos de argila.
 
No entanto, a maior parte dos monumentos do antigo Egito eram construídos em pedra natural. Muitos turistas que visitam o Egito perguntam como é que se pode conciliar isso com a Bíblia, que afirma que os israelitas foram obrigados a fabricar tijolos. 
 
O cinema e os livros de divulgação contribuíram para enraizar a ideia segundo a qual os escravos israelitas trabalhavam e transportavam os grandes blocos utilizados para a construção dos templos e de outros monumentos. 
 
 Na verdade, mais de 95% dos edifícios egípcios foram construídos com tijolos, e isso ainda acontece actualmente.Os edifícios construídos com esses tijolos resistiam mal ao tempo. A argila desfazia-se relativamente depressa, sobretudo se a cozedura não tivesse sido feita nas melhores condições. Muitas vezes, os tijolos não eram cozidos num forno, mas simplesmente expostos ao calor do sol.
 
Fabricantes de tijolos no Egito.
Um único edifício podia necessitar de várias restaurações ou até de reconstrução no decurso de uma mesma geração. Hoje ainda, o turista pode ver, um pouco por toda a parte no Egito, paredes e muros que se desagregam. Tudo o que resta da grande cidade de Mênfis, por exemplo, são algumas estátuas e montinhos de tijolos reduzidos a pó. Só os monumentos funerários, como as pirâmides, e os templos foram construídos em pedra natural.
 
 

Os israelitas deviam, portanto, participar na construção dos edifícios vulgares do antigo Egito. Grandes quantidades de terra eram misturadas com palha e água. Esta mistura era deitada em moldes, e seca ao sol. É uma técnica que ainda hoje se pode ver. Cada recanto um pouco protegido tem palha. Imaginamos facilmente os israelitas a recolherem palha suficiente para realizarem o pesado trabalho imposto pelos egípcios (Êxodo 5:10,11).
 
As pirâmides foram construídas
com blocos enormes de pedra
natural.
Segundo Êxodo 1:11, os israelitas contribuíram para a construção das cidades-armazém Pitom e Ramsés, situadas na parte oriental do delta do Nilo. É também aí que devemos situar o país de Gosen onde viviam, sempre segundo a Bíblia, os israelitas.
 
As duas cidades foram construídas perto de uma estrada importante que ligava o Nilo ao golfo de Suez, atravessando o Wadi Tumeilat. Esta estrada era a artéria mais importante depois do Nilo. Todas as mercadorias que transitavam do Mar Vermelho para o Egito passavam por ali. A localização destas cidades-armazém era, portanto, bem escolhida.
 
 
Molde de tijolos. Alguns
tijolos levam um selo,

este tem o selo de Ramsés II
Embora seja difícil definir com exatidão quais as cidades antigas que correspondem a Pitom e a Ramsés, as escavações feitas no Wadi Tumeilat permitiram trazer à luz os restos de grandes armazéns que datam aproximadamente desta época. 
 
Um grande espaço protegido, destinado à armazenagem temporária das mercadorias, estava rodeado de armazéns cobertos reservados à conservação a longo prazo. 
 
 
 
 
 
 Entrava-se neles pelo telhado, para proteger o trigo dos predadores. É muito provável que os israelitas tenham construído esses silos. O que José tinha inventado, com tanto engenho, alguns séculos antes, tornou-se, algumas décadas mais tarde, um elemento importante na escravidão dos seus descendentes. Que ironia! 
 

AS DEZ PRAGAS DO EGITO

Extrato do livro dos mortos. Este livro continha
fórmulas e encantamentos que permitiam
aceder ao além.
Muitas vezes se tem dito que as dez pragas do Egito eram dirigidas aos deuses egípcios. É verdade que a maior parte das pragas atingia elementos considerados sagrados. No entanto, é difícil encontrar um elemento natural que não fosse venerado num lugar qualquer por alguém. Se as pragas se tivessem destinado a contrariar as crenças dos egípcios, deveriam ser mais numerosas!
 
As pragas desencadearam-se numa ordem que parecia ter como objectivo perturbar os egípcios tanto física com espiritualmente. A Bíblia indica claramente que os magos egípcios conseguiram imitar as primeiras pragas (ver Êxodo 7:11, por exemplo). Muitos dos textos hieroglíficos têm uma conotação mágica. Isso permite-nos deduzir que a prática da magia era muito vulgar, o que confirma as informações fornecidas pela Bíblia. Um desses textos usados em magia faz lembrar os sonhos que José explicou ao faraó. Nele se lê, por exemplo: “Se, no nosso sonho vemos um grande gato, é um sinal favorável: a colheita será boa.” O faraó viu vacas e não gatos, mas o significado era o mesmo.
 
O gato era um animal sagrado
no Egipto. A deusa Bastet
era representada sob a essa forma.
Eram frequentemente utilizadas fórmulas de encantamento e de feitiços. Os textos imprecatórios revestiam uma grande importância neste contexto. Escrevia-se o nome de um inimigo num vaso de barro. Depois, esta era quebrada, enquanto se pronunciavam maldições e imprecações. 
 
A mensagem era clara: “Que o meu inimigo seja quebrado como este vaso.” O profeta Jeremias executou um ritual semelhante junto às muralhas de Jerusalém (Jeremias 19), mas sem que houvesse um nome escrito na vasilha.
 
O deus Amon, sob a forma de um carneiro,
à entrada do templo de Carnac.
 
 
Em Êxodo 8:16-23, Moisés insiste na necessidade que os israelitas tinham de deixar o Egito a fim de poderem apresentar sacrifícios ao seu Deus. O faraó sugeriu que oferecessem esses sacrifícios no Egito. A resposta de Moisés é particularmente interessante: “Se sacrificássemos a abominação dos egípcios perante os seus olhos, não nos apedrejariam eles?” 
 
Esta resposta parece estranha, a não ser que compreendamos que, nesta época, a divindade mais importante era Amon, deus de Tebas. 
 
Esta divindade era geralmente representada como um borrego ou um carneiro, os animais de predileção utilizados nos sacrifícios. Sacrificar um animal que representava Amon teria sido uma provocação aberta. Era impensável que escravos ousassem cometer um tal ato blasfematório. Como dizia Moisés, teriam sido imediatamente mortos.

A ALIANÇA NO SINAI

Monte do Sinai, lugar onde
Deus se encontrou com
Moisés.
O Êxodo menciona muitas alianças, mas refere-se geralmente, de modo direto ou indireto, àquela que foi concluída no Sinai. Ela encontra-se no centro de numerosas passagens proféticas. 
 
Durante muito tempo, soubemos muito pouco sobre a natureza das alianças de Israel. Graças às escavações realizadas em território hitita, estamos agora em condições de situar a aliança do Sinai no seu contexto histórico. A fiabilidade da Bíblia é reforçada desse modo. 
 
A forma da aliança do Sinai corresponde perfeitamente às alianças que eram feitas na época de Moisés, mas difere radicalmente das alianças mais tardias.
 
Em todas as alianças feitas no Médio Oriente, em meados do segundo milénio, encontramos seis particularidades que se encontram igualmente na aliança bíblica do Sinai.
Existe, primeiramente, um preâmbulo que menciona os nomes das partes implicadas. Em cada caso, os nomes do monarca ou do regente são indicados. Por vezes, o nome do vassalo é omitido. 
 
O preâmbulo bíblico encontra-se em Êxodo 20:2: “Eu sou o Senhor teu Deus.” O nome de Israel, o vassalo, não é mencionado.
Depois do preâmbulo, segue-se o prólogo histórico, citando as razões que motivam a aliança. Nas alianças seculares, encontramos, muitas vezes, longas enumerações. Na aliança do Sinai, o prólogo é bastante conciso: “que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão” (Êxodo 20:2). 
 
O poder que Deus tinha manifestado no momento do Êxodo servia de base à Sua relação com Israel, como soberano.
Vêm em seguida os preconceitos que o soberano preserve ao seu vassalo a fim de se assegurar da sua fidelidade. Nas alianças não bíblicas, trata-se de precauções que devem impedir o vassalo de fazer outras alianças, que poderiam ser prejudiciais para o soberano. 
 
Os Dez Mandamentos de Êxodo 20:3-17 são, visivelmente, as cláusulas da aliança do Sinai. É de salientar que o primeiro mandamento aborda o mesmo problema que as alianças não bíblicas, a saber, a fidelidade ao Senhor: “Não terás outros deuses diante de Mim.”
 
Vesão egícia duma alinça entre Ramsés II
e um rei hitita (fim do século 13 a.C.).
O quarto aspecto relaciona-se com o lugar onde a aliança deve ser conservada, assim como as orientações para uma leitura pública regular. O soberano quer ter a certeza de que o vassalo não esquece o conteúdo da aliança. Segundo Êxodo 25:16, os Dez Mandamentos, o coração da aliança, deviam ser conservados na arca da aliança. 
 
 O livro do Êxodo não fala de um preceito regulando a leitura pública; mas Deuteronómio 31:9-13 menciona essa diretiva. Sabemos, além disso, que as leituras públicas tiveram lugar em várias ocasiões.
 
O papiro Nash, que contém
fragmentos importantes
dos Dez Mandamentos.
Uma aliança era acompanhada por uma lista de testemunhas. Nos exemplos não bíblicos, as testemunhas eram sempre divindades, as do soberano e as do vassalo. Os deuses deviam punir o vassalo se este não respeitasse as cláusulas da aliança. 
 
Êxodo 20 não faz qualquer referência a testemunhas. Neste caso, Deus é o soberano; isso não deveria, portanto, espantar-nos. Profundamente monoteístas, os israelitas não desejavam apelar para uma lista de deuses, como faziam as nações vizinhas. Por vezes, os profetas mencionavam testemunhas cósmicas, como “o céu e a terra”, ou “as nações e as regiões litorais”. 
 
No entanto, as verdadeiras testemunhas era o próprio Deus (que, mais tarde, testemunhariam muitas vezes contra as más ações de Israel) e o povo que, em Êxodo 24:3, tinha prometido “fazer tudo que o Senhor tinha dito”. Testemunhavam contra si próprios de que tinham recebido os preceitos destinados a conduzi-los no caminho do bem-estar segundo o projeto de Deus. Podiam testemunhar de que tinham ouvido e compreendido os Dez Mandamentos, a essência da aliança.
 
O último elemento presente nas alianças da Antiguidade é uma série de bênçãos e de maldições. Geralmente, a lista de maldições era mais longa do que a das bênçãos. Em Êxodo 20 não encontramos nem bênçãos nem maldições; só o segundo mandamento parece ir neste sentido. Deus é aí apresentado como sendo um Deus exclusivo, que recompensa a obediência e pede contas em caso de desobediência. 
 
 Mas, noutros lugares da Bíblia, como em Levíticos
A Lei/Aliança e a Arca.

26 e Deuteronómio 28, encontramos essas listas de bênçãos e de maldições. No centro do discurso encontra-se sempre o Decálogo (os Dez Mandamentos). A obediência a essas leis determina os resultados.
Comparando a aliança do Sinai com as alianças não bíblicas dos povos que viviam no tempo de Moisés, surgem semelhanças evidentes. É perfeitamente claro que estamos em presença de um documento histórico. A estrutura da aliança do Sinai salienta a importância do Decálogo, já que este é o seu centro. Poucos arqueólogos contemporâneos põem isso em dúvida.
 

SATANISMO - ROCK AND ROLL OZZY - PARTE 6/5

 Ozzy, ex-Osbourne é o mago do horror


OzzyEle já assinou o diário de um louco, uivou para a lua, conversou com o Coisa-Ruim, embarcou em um trem maluco e, mais recentemente, cansou-se das lágrimas.

Aos 52 anos, Ozzy Osbourne, o lendário vocalista do Black Sabbath, ainda prova, no disco Down to Earth (Sony Music), que possui fôlego para manter-se no trono dos mestres supremos do heavy metal.

É o primeiro álbum de Ozzy com inéditas desde Ozzmosis, de 1995. O lançamento também consiste no primeiro registro fonográfico do músico desde a reunião com os membros originais do Black Sabbath, em 1998. E marca uma mudança de nome artístico, uma vez que o vocalista agora quer ser chamado simplesmente de Ozzy.

Produzido por Tim Palmer, Down to Earth deve saciar a sede dos fãs do cantor, que notabilizou-se no rock mundial ao incorporar uma série de personagens aterrorizantes. Ozzy sempre foi pródigo em promover lendas. Talvez a maior delas tenha sido a fama de comedor de morcegos, surgida depois que o cantor abocanhou um bicho desses em um show pensando tratar-se de um morcego de brinquedo.

Da mesma forma, a simpatia de Ozzy pelo demônio sempre se resumiu muito mais a um ato teatral do que uma crença em si. Tanto que, no fim dos seus shows, o cantor sempre faz questão de desejar a bênção de Deus ao seu público.

Mas a fantasia tem de continuar e, já na arte de Down to Earth, percebe-se que Ozzy está disposto a alimentá-la. Nela, o cantor aparece em uma seqüência de fotos sugerindo uma espécie de transmutação do ser humano em uma figura exótica [ver imagem ao lado]. O crucifixo, sua marca registrada, está presente em todas as imagens.

Musicalmente, o CD marca o reencontro com o guitarrista Zakk Wylde, que ficou conhecido pelo trabalho com Ozzy em No More Tears, de 91. Além dele, acompanham o vocalista Robert Trujillo, ex-baixista do Suicidal Tendencies; Danny Saber, na guitarra; Mike Bordin, ex-baterista do Faith No More; e Tim Palmer, que toca vários instrumentos e assina a produção do disco.

OzzyÉ importante dizer, Zakk Wylde, trata-se de um "monstro" da guitarra. Dono de estilo agressivo, concilia com perfeição os riffs abafados com solos repletos de harmônicos e "puxadas" de cordas que tanto fazem o deleite dos guitarristas. 

É verdade que Ozzy sempre soube cercar-se de guitarristas virtuosos: quem não se lembra de Randy Rhoads, morto precocemente em um acidente aéreo em 1982? Ou de seu substituto, Jake E. Lee, que acompanhou Ozzy no Rock In Rio I, em 1985?

A guitarra de Zakk é um dos pontos altos do CD, cujo primeiro single, Gets me Throught, traz de volta os alicerces do heavy metal consagrado por Ozzy: base insuportavelmente pesada, bateria contundente, solos lancinantes e, á frente de todos a massa sonora, a voz fanhosa do cantor.

O clima de peso prossegue em Facing Hell, na qual o cantor promove um cover de si mesmo; na cadência sabbathiana de No Easy Way Out; e na palhetada de guitarra de That I Ever Had.
Todas as faixas contam com as melodias mágicas de Ozzy, definitivamente um mestre na arte de juntar pauleira e sentimento. Esta qualidade torna-se ainda mais visível em baladas como Dreamer, que tem tudo para tocar nas FMs: refrão pegajoso, arranjo de piano, backings vocals celestiais e um Ozzy contemplativo, imaginando um mundo melhor e mais justo. Porque, afinal de contas, os metaleiros também amam - e como.

Black Sabbath, gigantes do metal

Porcos de guerra, crianças do mar, paraíso e inferno, homens de ferro, trovões de neon, anjos e capetas, crianças do túmulo.


Se você pensou em um mero roteiro cinematográfico de terror, saiba que o buraco é bem mais embaixo. Os personagens aqui citados são apenas alguns dos habitantes das fabulosas canções do Black Sabbath, a banda que inventou o heavy metal, em 1970, e cuja obra atravessa gerações.

A história está contada nos 15 primeiros CDs da banda britânica, que a gravadora Abril Music relança no Brasil, em edições remasterizadas e encartes com textos, fotos e letras.

Missa negra

Tudo começou quando os quatro cavaleiros do apocalipse metálico – Tony Iommi (guitarra), Ozzy Osbourne (vocal), Geezer Butler (baixo) e Bill Ward (bateria) – se conheceram na cidade de Birmingham, na Inglaterra, por volta de 1967.
 
Colegas da mesma escola de um bairro de Oston, os quatro decidiram montar uma banda para fugir da violência do lugar, que, segundo Iommi, "respirava brigas de rua, roubos e espancamentos".

Autodenominaram-se Earth ("Terra"), mas, como já existia um grupo com este nome, mudaram para Black Sabbath ("Missa Negra"), inspirados em um filme de terror que, mal sabiam eles, mudaria suas vidas.

Desde o início, Black Sabbath mostrava que era uma banda diferente. Os acordes sombrios de Iommi, o peso dos instrumentos, a voz de duende fanhoso de Ozzy e, acima de tudo, as letras demoníacas do vocalista, chamariam a atenção do público logo na estréia, em 1970, com o disco Black Sabbath.

A capa, ilustrada com o desenho de uma bruxa (dizia-se que ela poderia sair do disco) era um indício de que algo de absurdamente novo e avassalador acontecia no rock.

Os discos seguintes com Ozzy - Paranoid (1970), Master of Reality (1971), Volume 4 (1972), Sabbath Bloody Sabbath (1973), Sabotage (1975), Technical Ecstasy (1976) e Never Say Die (1978) – viriam a consagrar o Black Sabbath como a banda de heavy metal mais cultuada de todos os tempos.

Mesmo assim, Ozzy, insatisfeito com os rumos do grupo, saiu para seguir carreira solo em 1979. Ronnie James Dio, um baixinho com voz de gigante, recém egresso do Rainbow, assumiu o posto e provou que a lenda estava viva. A ponto de criar obras-primas como Heaven and Hell (1980), The Mob Rules (1981) e Live Evil (1982).

Logo após este último, Dio pulou fora, acusado pelos demais componentes de ter "sabotado" a mixagem do disco para destacar a sua voz.

Então, quando todos acreditavam no fim, eis a surpresa: Ian Gillan, lendário vocalista do Deep Purple, veste a camisa do Black Sabbath e grava com a banda o álbum Born Again. O encontro durou pouco – no ano seguinte, Gillan já estava de volta à sua ex-banda.

Carregando o mito nas costas, Tony Iommi lançaria ainda os discos Black Sabbath Featuring Tony Iommi, em 1986, e Eternal Idol, em 1987. É onde termina a nossa coleção. E então, o que está esperando para participar? Só uma dica: eu, se fosse você, não os ouviria sozinho em noites de lua cheia...

CULTO

Para fãs, Sabbath é imbatível

Toda a estética de cruzes, camisas pretas e temas soturnos do heavy metal deve sua existência ao Black Sabbath. Esta é a opinião do proprietário da Tarkus Discos, Paulinho Filwock. "Quem gosta de metal, gosta do Sabbath. Tenho tudo deles, além de raridades, como o disco ‘Gillan Tape’, de 83". Fernando Novaes, guitarrista do The Rover, destaca que "eles usavam afinações de guitarra a um tom e meio abaixo do normal, para obter timbres graves". Já Rodrigo Marçal, é tão fissurado que comprou uma guitarra Gibson, modelo SG, igual a de Tony Iommi.

Nota: Esta matéria não foi feita sob uma ótica bíblica-evangélica, foi publicada para informá-los.

Black Sabbath - Missa Negra ou Sabbath Negro
(Black Sabbath) 
 
 
O que é isso a minha frente?
Vultos de preto apontam para mim.
Volto rápido e começo a correr.
Descubro que fui o escolhido. 

Grande forma negra com olhos de fogo,
Dizendo às pessoas seus desejos,
Satan ali sentando, ele está sorrindo.
Olha aquela chamas crescerem cada vez mais. 

É este o fim meu amigo?
Satan se aproxima do grupo.
Pessoas correndo porque estão com medo.
Pessoas devem ir e temer. 

N.I.B.
(Black Sabbath) 
 
Algumas pessoas dizem que meu amor não pode ser real
Por favor acredite-me, meu amor, e vou te mostrar
Vou te dar as coisas que você julgava impossíveis
O sol, a lua, as estrelas, todas trazem meu selo 

Siga-me agora e você não vai se arrepender
Deixando a vida que tinha antes de nos encontrarmos
Você é a primeira que teve este meu amor
Sempre comigo até o fim dos tempos 

Seu amor por mim tem que se real
Antes que você entenda a maneira como sinto
Eu vou sentir
Eu vou sentir 

Agora tenho você comigo, sob meu poder
Nosso amor se fortalece a cada hora
Olhe em meus olhos, você verá quem sou
Meu nomé é Lucifer, segure minha mão 

War Pigs - Porcos da Guerra
(Black Sabbath) 

Generais liderando suas massas
Como bruxas em uma missa negra
Mentes demoníacas arquitetando destruição
Feiticeiros da construção da morte
Nos campos os corpos queimando
Enquanto a máquina da guerra continua rodando
Morte e fome para a humanidade
Envenenando suas mentes lavadas
Sim, senhor! 

Politicos se escondem
Eles apenas começaram a guerra
Porque deveriam sair para lutar?
Eles deixam isto para os pobres 

O tempo vai julgar suas mentes poderosas
Fazendo guerras apenas por diversão
Tratando pessoas como peões em jogo de xadrez
Esperem até que venha o dia do julgamento. 

Agora nas trevas o mundo parou de girar
Enquanto a máquina da guerra continua rodando
Os porcos da guerra não tem mais o poder
A mão de Deus marcou a hora
Dia do julgamento, Deus chama
De joelhos os porcos da guerra rastejam
Pedindo perdão pelo seus pecados
Satan gargalhando abre suas asas

 Mr. Crowley - Sr. Crowley
(Ozzy Osbourne) 

Mr. Crowley, o que passava por sua cabeça?
Mr. Crowley, você falou com os mortos?
Seu estilo de vida me parecia tão trágico
Com toda aquela diversão 

Você enganou todas as pessoas com mágica
Você esperou pelo chamado de Satan
Mr. Charmoso, você acha que somos puros?
Mr. Alarmante, em um chamado noturno
Desmascarando coisas que eram sagrados
Manifestos nesta terra 

Concebido no olho de um segredo
Eles espalharam os recem-nascidos.
Mr. Crowley, não quer cavalgar meu cavalo branco
Mr. Crowley, é um símbolo, claro 

Chegando um momento que é clássico
Eu ouço o chamado da donzela
Chegando um momento que é drástico
De costas para a parede
Foi enviado polemicamente 

Eu quero saber o que você quis dizer
Eu quero saber
Eu quero saber o que você quis dizer 

Comentário: A letra bastante superficial trata sobre o bruxo inglês do século XIX Aleister Crowley. Crowley foi um dos predecessores do Satanismo moderno. 

Suicide Solution - Solução Suicida (Ozzy Osbourne) 

Vinho serve
Mas whisky é mais rápido
O suicidio é lento com licor
Beber uma garrafa afoga suas tristezas
Doces pensamentos te esperam amanhã
Pensamentos e ações demonícas
Frio, sozinho você está em ruínas
Acha que pode escapar do ceifador 

Mas você não pode escapar do carcereiro
Porque você sente que sua vida é irreal
E você vive uma mentira
É uma vergonha, quem é o culpado?
E você pergunta porquê 

Depois você pergunta de sua garrafa
Existe vida depois do nascimento?
O que você vê pode significar o inferno nesta terra
Agora você vive dentro de uma garrafa
O ceifador viajando a toda velocidade 

Ele te captura mas você não vê
O ceifador é você e o ceifador sou eu
Quebrando leis, quebrando portas
Mas não tem ninguém em casa 

Faça sua cama, descanse sua cabeça
Mas você fica ali e reclama
Onde se esconder, o suicídio é a única saída
Não sabe sobre o que é isto tudo? 

Continua...


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